Heloisa Teixeira
Heloisa Teixeira (1939–2025). Uma das mais influentes intelectuais brasileiras, formada em Letras Clássicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), mestre e doutora em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pós-doutorado em Sociologia da Cultura na Universidade de Columbia, Estados Unidos. Foi professora emérita da Escola de Comunicação da UFRJ, dedicada aos estudos culturais, com ênfase nas teorias críticas da cultura, tendo ainda importante atuação como crítica literária, ensaísta, antologista e editora. É autora de livros como “Macunaíma: da literatura ao cinema” (1978), “Impressões de viagem: CPC, vanguarda e desbunde” (1980), “Cultura e participação nos anos 60” (1982), e organizadora de obras como “26 poetas hoje” (1976), “Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura” (1994) e “Explosão feminista” (2018). Na Bazar do Tempo, é coordenadora da coleção Pensamento Feminista, repertório essencial do feminismo, e autora de “Onde é que estou?” (2010), “Feminista, eu?: Literatura, Cinema Novo e MPB” (2022) e “Rebeldes e marginais – cultura nos anos de chumbo (1960–1970)” (2024). Em 2023 foi eleita para a Academia Brasileira de Letras e abandonou o sobrenome do primeiro marido, Buarque de Hollanda, para adotar o sobrenome materno, Teixeira. Morreu no Rio de Janeiro, em março de 2025.












