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RIO DE JANEIRO ARCHITECTURAL GUIDE

 

O Guia da Arquitetura do Rio de Janeiro é um convite para conhecer in loco o rico patrimônio arquitetônico carioca, em cerca de 700 verbetes, 400 imagens, além de uma série de mapas.

A edição é resultado de um extenso trabalho de pesquisa e levantamento de dados, que contou com a curadoria de um conselho formado por Carlos Eduardo Comas, Cláudia Carvalho, Cláudia Brack, Farès El-Dahdah, Gustavo Rocha Peixoto, Marcos Moraes de Sá, Mozart Vitor Serra, e Maria Helena Salomão, responsável pela coordenação de conteúdo. Dividido em 27 regiões, os capítulos – ou áreas de visitação – seguem o caminho de expansão da cidade, partindo de seu marco zero, o Centro antigo, chegando ao último refúgio de sua expansão atual, a Zona Oeste, e à Zona Portuária, que vive especial momento de renovação. Cada um dos cerca de 700 verbetes, que apresenta edificações, sítios e monumentos, conta com detalhada ficha técnica, informando seu endereço, data de construção e de reformas, nome dos arquitetos responsáveis e demais profissionais envolvidos, como paisagistas e engenheiros, e ainda, quando pertinente, informações sobre tombamento. Pequenos textos descritivos sublinham as características principais de cada item e as edificações mais importantes ganham destaque em ensaios assinados. As fotografias foram feitas especialmente para a edição por Cesar Barreto e Américo Vermelho. Outros fotógrafos também colaboraram para o rico conjunto iconográfico da publicação.

R$110,00 R$55,00 Comprar

GUIA DA ARQUITETURA DO RIO DE JANEIRO

 

O Guia da Arquitetura do Rio de Janeiro é um convite para conhecer in loco o rico patrimônio arquitetônico carioca, em cerca de 700 verbetes, 400 imagens, além de uma série de mapas.

A edição é resultado de um extenso trabalho de pesquisa e levantamento de dados, que contou com a curadoria de um conselho formado por Carlos Eduardo Comas, Cláudia Carvalho, Cláudia Brack, Farès El-Dahdah, Gustavo Rocha Peixoto, Marcos Moraes de Sá, Mozart Vitor Serra, e Maria Helena Salomão, responsável pela coordenação de conteúdo. Dividido em 27 regiões, os capítulos – ou áreas de visitação – seguem o caminho de expansão da cidade, partindo de seu marco zero, o Centro antigo, chegando ao último refúgio de sua expansão atual, a Zona Oeste, e à Zona Portuária, que vive especial momento de renovação. Cada um dos cerca de 700 verbetes, que apresenta edificações, sítios e monumentos, conta com detalhada ficha técnica, informando seu endereço, data de construção e de reformas, nome dos arquitetos responsáveis e demais profissionais envolvidos, como paisagistas e engenheiros, e ainda, quando pertinente, informações sobre tombamento. Pequenos textos descritivos sublinham as características principais de cada item e as edificações mais importantes ganham destaque em ensaios assinados. As fotografias foram feitas especialmente para a edição por Cesar Barreto e Américo Vermelho. Outros fotógrafos também colaboraram para o rico conjunto iconográfico da publicação.

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PRA QUE É QUE SERVE UMA CANÇÃO COMO ESSA?

Adriana Calcanhotto, Eucanaã Ferraz

Para além da canção, há a palavra, a escrita de Adriana Calcanhotto. Letras que se descolam de suas músicas, desdobrando o jogo poético de ritmo, imagens e sentidos. Com mais de 10 discos lançados, além de uma obra dedicada às crianças, sob o heterônimo de Partimpim, as letras de Adriana começaram a ser compostas a partir do fim dos anos 1980 e já atravessam mais de 25 anos em um processo de afirmação de uma linguagem – e de grande reconhecimento de crítica e público.

Neste livro está parte substancial dessa produção: 91 letras selecionadas pelo poeta Eucanaã Ferraz, que reuniu desde sucessos como “Esquadros” e “Mentiras” até composições inéditas, sublinhando o traço substantivo, essencial, da autora. Como atesta Eucanaã, que organizou a obra em ambientes temáticos por onde transitam suas composições, há em meio à aparente pluralidade de Adriana uma escrita própria: “Nas páginas desse livro, reconhecemos imediatamente que estamos diante de textos, ou ainda, de uma escrita. E, sem dúvida, de um estilo.”

Em um campo de diálogo que a compositora tece com seus interlocutores, parceiros e referências – nas artes plásticas, na poesia e na própria música –, as letras de Adriana conciliam o minimalismo e a vertente tropicalista, a vanguarda e o popular, fazendo com que a experimentação frequente o mainstream de modo inédito.

É nessa linha de fronteira sobre a qual caminha Adriana Calcanhotto, por vocação e gosto, que seguimos convocados por mais uma de suas irresistíveis provocações: Pra que é que serve uma canção como essa?

R$48,00 Comprar