{"title":"Festa do Livro da USP","description":"","products":[{"product_id":"59-retratos-da-juventude-negra-brasileira","title":"59: Retratos da juventude negra brasileira","description":"\u003cp\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/edu-simoes\"\u003eEdu Simões\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA juventude negra brasileira está sendo exterminada. Recentes estudos sobre a violência no Brasil, compilados no Mapa da Violência, revelam um número assustador: 59 jovens\u003cbr\u003enegros são assassinados todos os dias. Não, esses jovens brasileiros não são invisíveis.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ o que o fotógrafo Edu Simões decidiu mostrar, viajando pelo país para retratar jovens das periferias de diversas cidades, como Belém, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, dando corpo a esta cruel estatística. Busca, com isso, dar visibilidade a essa intolerável realidade brasileira, herança de uma política de apagamento social, como sublinha a pesquisadora, escritora e ativista Juliana Borges, importante voz no debate contemporâneo e que apresenta em \"59\" um iluminador texto sobre o contexto histórico da violência contra negros no país. Cristianne Rodrigues, experiente curadora de fotografia, brasileira radicada em Paris, onde realizou diversas exposições como curadora da Maison Européenne de la Photographie (MEP), entre outras instituições francesas, apresenta um surpreendente panorama da representação da população negra na iconografia ao longo de quase duzentos anos, analisando como a contribuição de Edu Simões apresenta esses jovens negros de outra forma: altivos, resistentes, com identidades e subjetividades. “Gravados no centro da imagem, em pé, de corpo inteiro, silenciosos, são eles que nos olham nos olhos”, destaca Cristianne.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEdu Simões é um fotógrafo com mais de quarenta anos de carreira, celebrado nos campos do fotojornalismo e da fotografia de arte, tendo sido reconhecido por prêmios como Vladimir Herzog de Direitos Humanos e Marc Ferrez. Além dos 59 retratos, Edu apresenta um pequeno texto em que reflete sobre os perigos da dinâmica do fotojornalismo que insiste em associar imagens de jovens negros com o crime e com a morte, criando uma naturalização desses assassinatos em massa. “Para fugir dessa armadilha, optei por singularizar cada um dos jovens retratados, destacando-os como pessoas providas de identidade, potência e vida. Não são números, mas pessoas. A proposta deste livro tornar visíveis os invisíveis, e ainda mais, assegurar que a importância de todos os jovens negros brasileiros, de cada um deles, seja reconhecida. Que suas vidas sejam preservadas e legitimadas.”, diz o fotógrafo.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50967450714443,"sku":"9786586719376","price":52.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/59_df3e63b2-4891-4279-8a97-d5ad3ae5ade5.jpg?v=1755705899"},{"product_id":"amanha-o-sexo-sera-bom-novamente","title":"Amanhã o sexo será bom novamente","description":"\u003cp\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/katherine-angel\"\u003eKatherine Angel\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA grande pertinência deste livro confirma a sua própria tese: o campo da sexualidade não escapa do jogo de poder, desequilibrado e desigual, que rege as relações entre homens e mulheres. Nos últimos tempos, novas exigências pesam sobre o comportamento sexual feminino – desde sempre policiado e controlado. Em nome do empoderamento e da premissa do consentimento, é esperado que as mulheres manifestem com clareza os seus desejos. No entanto, nem sempre eles são imediatamente reconhecíveis. Enquanto isso, os homens continuam insistindo que sabem o que as mulheres – e os seus corpos – querem e a violência sexual explode em toda parte. O autoconhecimento deve ser uma condição para estarmos a salvo da violência?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara debater esse e outros  temas urgentes, Katherine Angel apresenta uma análise audaciosa e original, problematizando os diversos discursos, por vezes bem-intencionados, que se multiplicam na era #MeToo. Para isso, conjuga ciência e cultura popular; pornografia e literatura; debates sobre consentimento e feminismo, desafiando nossas suposições sobre o desejo das mulheres. No momento crucial em que vivemos, a autora propõe revermos nossas ideias sobre sexo, prazer e autonomia sem ilusões sobre a possibilidade de um completo autoconhecimento. Somente assim, ela acredita, cumpriremos a provocativa promessa de Michel Foucault de que “amanhã o sexo será bom novamente”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Uma das mais ousadas e instigantes escritoras, capaz de abordar as nuances e as complexidades do desejo, do prazer, da autonomia e da imaginação femininas.” –\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003eDeborah Levy,\u003c\/strong\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eescritora.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“[Amanhã o sexo será bom novamente] nos convida a experimentar uma versão feminista do século XXI da aporia de Freud.” ―\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003eJeannie Suk Gersen, New Yorker\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Uma investigação incisiva sobre a dinâmica sexual da era #MeToo.”- Publishers Weekly “Um trabalho vital e inovador que revela as sutilezas de um assunto espinhoso.”–\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003eRhiannon Lucy Cosslett, The Guardian\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50967464444235,"sku":"9786584515376","price":50.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/amanha-o-sexo-sera-bom-novamente_1dc4502f-819f-48e0-befe-38f7edb40e3a.jpg?v=1755705538"},{"product_id":"elvis-madona-uma-novela-lilas","title":"Elvis \u0026 Madona - Uma novela lilás","description":"\u003cp\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/luiz-biajoni\"\u003eLuiz Biajoni\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEdição comemorativa de dez anos.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eElvis \u0026amp; Madona\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eé um caso raro de sucesso duplo. Livro e filme marcaram toda uma geração, apresentando a história de amor da travesti Madona e da\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003emotogirl\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003elésbica Elvis, no universo de sonhos, desejos e violência de Copacabana. Ambos arrebataram corações do público e da crítica, e o filme ainda ganhou diversos prêmios em festivais mundo afora.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO enredo engenhoso de Luiz Biajoni – que combina aventura romântica e trama policial – ganha esta edição especial dez anos depois de seu lançamento, com linguagem adaptada aos novos tempos e a mesma força arrebatadora que fez do romance uma obra histórica, decisiva na reinvenção do imaginário LGBTQIA+ no país.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrefácio de Amara Moira, textos de Marcelo Laffitte, Igor Cotrim e Vilma Costa, e posfácio de Raphael Montes.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Em tempos tão sombrios, Biajoni reafirma sua ousadia de vanguarda: foi um dos primeiros a fazer literatura gay no Brasil. Mais ainda, escreveu uma história romântica, mas com uma subtrama policial que o coloca no nível de mestres nacionais como Luiz Alfredo Garcia-Roza e Patrícia Melo.” – \u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003eRaphael Montes\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“\u003cem\u003eElvis \u0026amp; Madona\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/em\u003eé livro essencial para quem quer fazer cabeça, coração, mão, pé, sobrancelha e escova progressiva.”  – Laerte\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Uma estranha, divertida e quase improvável história de amor” – Ana Paula Maia\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Quando Elvis beijou Madona aconteceu uma explosão dentro da minha cabeça. Esse livro vai fazer o mesmo com você!” –  Simone Spoladore\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50967471948107,"sku":"9786586719604","price":33.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/elvis-e-madona-1_024304b5-bdf0-42ca-bb13-112223e446c3.jpg?v=1755705143"},{"product_id":"historia-dos-feminismos-na-america-latina","title":"História dos Feminismos na América Latina","description":"\u003cp\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/dora-barrancos\"\u003eDora Barrancos\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“\u003cem\u003eHistória dos feminismos na América Latina\u003c\/em\u003e, de Dora Barrancos, é uma obra de referência, um verdadeiro livro de cabeceira para todas as pessoas que entendem que a história do feminismo é central para compreendermos a história das nossas nações. É também, e sobretudo, uma valiosa contribuição para aquelas e aqueles entre nós que procuram identificar as qualidades idiossincráticas do que descrevo como ‘politicidade em chave feminina’, ou seja, uma forma diferente e feminina de fazer política e de transformar o mundo.”  \u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e– Rita Segato\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eApoiado em vasta pesquisa e experiência ativista, a historiadora argentina Dora Barrancos apresenta neste livro um panorama inédito das correntes de pensamento e de ação política que deram origem e forma aos movimentos feministas da América Latina. Estabelecendo como marcos temporais os séculos XX e XXI, a autora elabora uma cartografia dos movimentos feministas da região, destacando ações históricas e pioneiras de mulheres como Gregoria Apaza e Bartolina Sisa, guerrilheiras indígenas que lutaram contra o colonialismo espanhol na Bolívia; Serafina Dávalos, a primeira advogada formada no Paraguai; Berta Cáceres, líder indígena hondurenha; Amalia Mallén de Ostolaza, sufragista e ativista cubana; Paulina Luisi, ativista e primeira mulher a se formar em medicina no Uruguai, e a brasileira Helena Greco, parlamentar ativista na luta contra a ditadura militar no país.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAo percorrer os países latino-americanos em sua geografia e tempo histórico, Dora Barrancos revela como esta atuação feminista aparentemente dispersa inspirou e garantiu um importante legado para as reivindicações feministas contemporâneas no território, focadas, sobretudo, nas pautas que dizem respeito à violência e à autonomia sobre o próprio corpo, uma força política que se alastra pela região e irmana cada vez mais as mulheres e suas lutas.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50967482433867,"sku":"9786584515031","price":49.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/historia-dos-feminismos-na-america-latina-880x1100-1_52a022b6-482f-45c2-b071-3607551679bf.jpg?v=1755703103"},{"product_id":"julia-do-rio-cronicas-da-belle-epoque-carioca","title":"Júlia do Rio - Crônicas da Belle Époque carioca","description":"\u003cp\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/julia-lopes-de-almeida\"\u003eJúlia Lopes de Almeida\u003c\/a\u003e, Anna Faedrich (Org.)\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEntre o fim do século XIX e início do século XX, em um momento em que a crônica se fortalecia como gênero literário, Júlia Lopes de Almeida se firmou como uma de suas principais representantes. Estreando sua carreira em 1881, no jornal Gazeta de Campinas, Júlia teve uma longa trajetória como cronista e uma importante produção literária.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eJúlia do Rio: crônicas da Belle Époque\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003ecarioca reúne quarenta e seis textos publicados no jornal\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eO Paiz\u003c\/em\u003e, no período de 1908 a 1912, quando a cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil, passava por grandes transformações. Por meio de seu olhar perspicaz, acompanhamos as reformas na cidade, o início dos carros e a poluição provocada por eles, os problemas cotidianos, como a falta de abastecimento de água e iluminação, além de seus pontos de vista sobre a cena política e artística da época. Uma obra capaz de revelar a fascinante faceta cronista e flâneuse de uma das mais importantes autoras brasileiras.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50967482564939,"sku":"9786585984188","price":89.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/julia_do_rio.jpg?v=1773430667"},{"product_id":"nao-digam-que-estamos-mortos","title":"Não digam que estamos mortos","description":"\u003cp\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/danez-smith\"\u003eDanez Smith \u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePrimeiro livro de Danez Smith publicado no Brasil,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eNão digam que estamos mortos\u003c\/em\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003eé uma obra surpreendente e ambiciosa que, a um só tempo, confronta, louva e repreende os Estados Unidos, sobretudo os Estados Unidos branco, racista e opressor. Uma poesia de assuntos urgentes, que encontra forte ressonância na realidade brasileira, especialmente no que diz respeito à situação de violência à qual a população negra é submetida. “caro número de distintivo\/ o que eu fiz de errado?\/ nascer? ser preto? te conhecer?” – diz o trecho do longo poema “Verão, algum lugar”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO livro abre com uma potente sequência que imagina a vida após a morte para meninos negros mortos pela polícia, um lugar onde a violência e o sofrimento são substituídos por segurança, amor e longevidade. Com o mesmo vigor e imprimindo uma marca muito pessoal na linguagem poética, Danez aborda temas ligados ao desejo, ao universo queer, à mortalidade – os perigos experimentados na pele, no corpo e no sangue –, e ao diagnóstico positivo para hiv. “Alguns de nós são mortos \/ em partes”, escreve, “alguns de nós, de uma vez.”\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCom\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eNão digam que estamos mortos\u003c\/em\u003e, lançado em 2017 nos Estados Unidos, Danez Smith, uma das mais inovadoras e contundentes vozes da poesia norte-americana contemporânea, foi finalista do aclamado National Book Award, na categoria Poesia, e venceu o Forward Prize, na categoria Best Collection.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e“Refletir sobre o corpo negro em performance é muito importante para se entender este livro de Danez Smith como uma espécie de partitura básica, no sentido de essencial, a partir da qual se abrem múltiplos caminhos no âmbito da cena. E não porque seja desprovida de valor quando lida em silêncio. Apenas destaco o fato de que essa poesia parece nos lembrar, a todo tempo, que por serem organismos vivos, as palavras guardadas nos livros precisam respirar – e aqui é quase óbvia a analogia com a situação das vidas negras em contexto global (e não apenas nos Estados Unidos da tenebrosa ‘Era Trump’), dramaticamente resumida pela frase ‘I can´t breathe’”, destaca Ricardo Aleixo no posfácio.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":50967483908427,"sku":"9786586719451","price":20.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/n_digam_que_estamos_mortos_8aa20ff3-c993-4ae6-b9fd-e64e4e5687f6.jpg?v=1755703030"},{"product_id":"combo-por-que-politica","title":"Combo Por que política?","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEste combo reúne obras fundamentais para pensar os desafios do presente: da análise da ascensão dos ódios políticos à potência dos feminismos favelados; da crítica ao colonialismo à reflexão sobre a liberdade e os usos da lei; até o convite de \u003cem\u003eNossas cabanas\u003c\/em\u003e para imaginar novas formas de vida em comum. Juntos, esses livros oferecem um arsenal teórico e político para compreender as fraturas sociais e construir alternativas coletivas.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eÓdios políticos e política do ódio\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/ana-kiffer\"\u003eAna Kiffer\u003c\/a\u003e e \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/gabriel-giorgi\"\u003eGabriel Giorgi\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLutas, gestos e escritas do presente\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa última década, com o crescimento da extrema-direita em boa parte do mundo, o sentimento do ódio adquiriu uma nova centralidade, substituindo o pacto civilizatório e instituindo a necropolítica em formas de racismo, violência patriarcal, sexismo e classismo. No entanto, o ódio é também uma complexa constelação afetiva que atravessa desejos emancipatórios, criativos e potentes presentes em nossas sociedades e insurgentes através dos discursos e práticas contemporâneas manifestas nos movimentos negro, periféricos, indígena, feminista, entre outros. Distinguindo ambas as formas contemporâneas do ódio, encontram-se nesta edição duas leituras complementares, que se iluminam mutuamente, de Ana Kiffer e Gabriel Giorgi, compondo um diálogo entre as diferentes lutas, gestos e escritas que se inscrevem através do ódio no cenário político contemporâneo.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eContra o colonialismo\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/simone-weil\"\u003eSimone Weil\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO pensamento engajado da filósofa francesa \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/simone-weil\"\u003eSimone Weil\u003c\/a\u003e (1909–1943) é apresentado neste livro em duas séries de textos contendo sete ensaios inéditos em português sobre a questão do colonialismo, problemática que se impõe de forma central no debate contemporâneo. Refletindo sobre as condições de vida das populações oriundas das colônias francesas, a autora desafia os pilares fundamentais da cultura humanista de seu país, como a liberdade e a igualdade, numa contribuição inestimável para o pensamento contemporâneo desde o século XX.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNos cinco artigos da primeira parte, a autora analisa, em tom combativo, o contexto de opressão, desenraizamento, violência e exploração vivido pelos colonizados, elaborando uma dura crítica à França da Frente Popular na esperança de ver surgir uma revolta do povo francês como resposta à situação colonial. Na segunda parte, em dois artigos escritos na iminência da Segunda Guerra, Simone Weil trata de forma premonitória da necessidade da resistência frente ao avanço da Alemanha. Reflexões atemporais sobre os povos e suas liberdades inegociáveis.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eFeminismos favelados - uma experiência no Complexo da Maré\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/andreza-jorge\"\u003eAndreza Jorge\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO feminismo se materializa no Brasil a partir dos anos 1910, junto à fundação do Partido Republicano Feminino, encampada por Leolinda Daltro, se expandindo no século XX na luta por igualdade entre homens e mulheres, com pautas como direito à cidadania, liberdade e ao trabalho.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAs heranças da colonização e da escravidão, no entanto, aprofundaram desigualdades para além daquelas de gênero; elas são também de ordem econômica, habitacional, educacional, e estão encarnadas, sobretudo, na vida das mulheres negras e afro-indígenas que chefiam famílias nas favelas brasileiras.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNesse contexto, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/andreza-jorge\"\u003eAndreza Jorge\u003c\/a\u003e analisa as experiências de mulheres no ambiente do Complexo da Maré, conjunto de favelas na zona norte do Rio de Janeiro, mobilizando o conceito de “escrevivência corporal” e articulando relações comunitárias e ancestralidades. A abordagem, que une um consistente repertório conceitual à análise empírica do projeto de dança Mulheres ao Vento, se apresenta como um manifesto que reivindica a inclusão de pautas e vivências faveladas na agenda feminista para a construção de um feminismo inclusivo, plural e engajado.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eLiberdade para ser livre\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/hannah-arendt\"\u003eHannah Arendt\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e Tradução e apresentação: Pedro Duarte\u003cbr\u003eTradução dos textos adicionais: Luciana Villas-Boas e Beatriz Andreiuolo\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eÉ bem conhecida a sentença de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/hannah-arendt\"\u003eHannah Arendt\u003c\/a\u003e segundo a qual a liberdade é a razão de ser da política. Raras vezes, no entanto, ela falou de forma tão sintética e penetrante a esse respeito quanto na palestra “Liberdade para ser livre”, redigida em meados dos anos 1960.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAqui, mais uma vez, a experiência das revoluções é tomada como ponto de partida da análise da pensadora alemã. Mesmo que as revoluções tenham deixado de ser frequentes entre nós, a reflexão de Hannah Arendt sobre elas é permeada de comentários que não envelheceram. Deve-se notar sua condenação das intervenções militares, que, até quando bem-sucedidas, em casos isolados, teriam sido incapazes de preencher o vácuo de poder, uma vez que nem mesmo a vitória substituiria o caos pela estabilidade, a corrupção pela honestidade, a decadência pela autoridade ou a desintegração pela confiança no governo. Nada legitima o poder, a não ser a política.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eContudo, até na ausência da política, homens e mulheres podem, pela simples presença no mundo, encarnar seu significado. Tempos sombrios contam com algumas iluminações, como aquelas vindas dos pensadores Waldemar Gurian e Karl Jaspers. Os textos sobre eles incluídos neste volume dão testemunho dessa visão. Ambos inéditos no Brasil, assim como a atualíssima análise sobre a liberdade. Uma reflexão essencial para o momento em que buscamos entender os sentidos da política.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUma lei para a história\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/simone-veil\"\u003eSimone Veil\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm 24 de novembro de 1974, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/simone-veil\"\u003eSimone Veil\u003c\/a\u003e, então ministra da Saúde, discursou na Assembleia Nacional francesa colocando em votação a legalização do aborto, que naquela época obrigava cerca de 300 mil mulheres a procurarem saídas clandestinas, humilhantes e perigosas para interromper a gravidez indesejada. Com o discurso apresentado em \u003cstrong\u003e\u003cem\u003eUma lei para a história – A legalização do aborto na França\u003c\/em\u003e\u003c\/strong\u003e, livro publicado pela primeira vez no Brasil, Simone Veil garantiu esse importante direito às mulheres na França.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eSiderar, considerar\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marielle-mace\"\u003eMarielle Macé\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e Tradução e apresentação: Marcelo Jacques de Moraes\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marielle-mace\"\u003eMarielle Macé\u003c\/a\u003e se lança, a partir das experiências recentes da crise migratória na França, em uma reflexão sobre a precariedade da existência desses homens e mulheres sem lugar, costurando um pensamento entre os domínios da literatura, da filosofia, da poesia e das ciências sociais. Diante desse cenário contemporâneo, a autora opõe duas posturas: a de siderar, ser acometido de estupor e imobilização diante do terror, e a de considerar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo caminho possível para a construção de uma vida comum, de um “nós”, Marielle reivindica uma atenção e um cuidado em relação a essas formas de vida. É o que pode então ser resumido no movimento de considerar: olhar atentamente, ser delicado, prestar atenção, levar em conta, tratar com cuidado antes de agir e para agir.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNossas cabanas\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marielle-mace\"\u003eMarielle Macé\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e Tradução: Isadora Bonfim Nuto\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDepois de \u003cem\u003eSiderar, considerar: migrantes, formas de vida\u003c\/em\u003e, de 2017, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marielle-mace\"\u003eMarielle Macé\u003c\/a\u003e retomou, numa perspectiva mais ampla, o esforço de referir e reverberar ideias e estratégias para enfrentar nosso “mundo degradado” e imaginar novas maneiras de vivermos nele, novas possibilidades de constituirmos laços, ou “nós”, mais ou menos estreitos, com os demais viventes.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754569773387,"sku":"9786561840002","price":298.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/politica.jpg?v=1773063415"},{"product_id":"combo-newton-bignotto","title":"Combo Newton Bignotto","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm uma trajetória riquíssima dedicada aos estudos de política, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/newton-bignotto\"\u003eNewton Bignotto\u003c\/a\u003e nos oferece chaves de leitura fundamentais para pensar as dinâmicas de poder em suas múltiplas dimensões — da gênese do pensamento republicano à sua apropriação no contexto brasileiro contemporâneo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eGolpe de estado: História de uma ideia\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/newton-bignotto\"\u003eNewton Bignotto\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eOs golpes de Estado têm marcado a história, da época moderna aos dias atuais, como mostra o filósofo \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/newton-bignotto\"\u003eNewton Bignotto\u003c\/a\u003e neste livro, um instigante panorama das teorias que ao longo do tempo investigaram a natureza e o significado dos atos radicais que interrompem o curso normal do poder político regido por leis ou costumes consolidados.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eMais uma vez, a análise de Bignotto, autor de \u003cem\u003eO Brasil à procura da democracia\u003c\/em\u003e (2020), recorre à história das ideias para tentar compreender fenômenos contemporâneos e iluminar o entendimento sobre questões políticas fundamentais. Como ele bem observa, a noção de golpe de Estado é hoje tão popular quanto mal compreendida.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEste percurso histórico, filosófico e político tem em foco diversos autores situados em suas épocas e em face dos acontecimentos que os motivaram a escrever, mostrando como a leitura desses argumentos nos permite estabelecer diálogos e reflexões desde o nosso tempo. O golpe de Estado é, afinal, uma ideia – e não apenas – à espreita.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO Brasil à procura da democracia\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/newton-bignotto\"\u003eNewton Bignotto\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAs preocupações com o contexto brasileiro contemporâneo e com o destino do país foram o ponto de partida para o minucioso estudo que o filósofo \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/newton-bignotto\"\u003eNewton Bignotto\u003c\/a\u003e apresenta neste livro. No cruzamento entre a história política e a história intelectual, o autor analisa a trajetória das ideias democráticas no Brasil ao longo de mais de um século de nossa experiência republicana.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eDesde a proclamação da República, as experiências democráticas no Brasil têm se mostrado frágeis e instáveis. O país tem revelado uma nítida incapacidade de reduzir as desigualdades sociais enquanto as elites persistem em não querer compartilhar o poder com amplas camadas da sociedade. Desse modo, a democracia assumiu um caráter limitado e um tanto particular. Nesse percurso analisado por Bignotto – que vai do fim do século XIX ao ano de 2018, com a eleição de Jair Bolsonaro –, período em que o país viveu a fragilidade da implantação do regime democrático, importantes debates teóricos envolveram intelectuais, políticos e jornalistas, em um notável esforço de reflexão para pensar a realidade nacional a partir de conceitos como participação, identidade e igualdade.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO jovem Maquiavel\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/newton-bignotto\"\u003eNewton Bignotto\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEm uma abordagem inédita, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/newton-bignotto\"\u003eNewton Bignotto\u003c\/a\u003e investiga neste livro o período em que Nicolau Maquiavel (1469-1527), ainda jovem, esteve diretamente envolvido com a política de Florença, experiência que marcaria de forma definitiva o seu pensamento. Bignotto, nome incontornável dos estudos do autor florentino, analisa o papel formador das leituras, da vida familiar e das intensas vivências desse momento em que Maquiavel esteve à frente da Segunda Chancelaria de Florença e passou a refletir sobre a repercussão da esfera política na vida de homens e mulheres.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNo cruzamento entre a história da época e uma fina análise da vida, dos escritos e correspondências de Maquiavel, temos acesso privilegiado a todo o contexto da formação de um dos pensadores políticos mais influentes de todos os tempos.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754785222987,"sku":"9786584515925","price":133.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/newton.jpg?v=1773665890"},{"product_id":"combo-pensamento-feminista","title":"Combo Pensamento feminista","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDois livros que reúnem alguns dos mais representativos textos que moldaram o que podemos chamar pensamento feminista, no Brasil e no mundo. Duas obras de referência incontornáveis, conjugando cerca de 40 autoras, e que oferecem um repertório fundamental para os estudos de gênero e também para o ativismo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePensamento feminista: conceitos fundamentais\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-teixeira\"\u003eHeloisa Teixeira (Org.)\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eSe hoje ideias como lugar de fala, teoria queer e decolonialismo ganham espaço nas reivindicações feministas contemporâneas, elas tiveram sua origem em pesquisas e teorias desenvolvidas ao longo das últimas décadas por estudiosas e ativistas como Teresa de Lauretis, Donna Haraway, Maria Lugones, Nancy Fraser, Sandra Harding, Judith Butler, Gloria Anzaldúa, além de brasileiras como Lélia Gonzalez e Sueli Carneiro. É nesse eco de construções e indagações, dos anos 1980 até os dias de hoje, que acompanhamos a consolidação de um importante campo de saber. A missão deste livro é, portanto, a de facilitar o estudo das tendências teóricas e o avanço dos trabalhos acadêmicos e políticos em torno da questão de gênero, tema tão amplo quanto polêmico e fundamental no contexto atual.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eOrganizado por \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-teixeira\"\u003eHeloisa Buarque de Hollanda\u003c\/a\u003e, ela mesma referência no campo dos estudos feministas no Brasil, tendo sido responsável pela edição no país de obras importantes como \u003cem\u003eTendências e impasses, o feminismo como crítica da cultura\u003c\/em\u003e (1994), em que apresentava alguns desses textos e autoras de forma pioneira, a presente coletânea reúne dezenove ensaios, tendo seu ponto de partida nos anos 1980, momento em que a própria ideia de gênero se consolida em suas abordagens mais relacionais e culturais, de que são exemplo trabalhos como os de Joan Scott, Nancy Fraser, Sandra Harding e Monique Wittig. Em um segundo momento, ainda na década de 1980, as reivindicações específicas ganham espaço e a interseccionalidade, atualmente tão presente nas pautas feministas, se destaca nas vozes contestatórias de Audre Lorde, Patricia Hill Collins, Gayatri Spivak, Lélia Gonzalez e Sueli Carneiro. Já no século XXI, em uma frente mais radical, se enunciam os conceitos contemporâneos de contrassexualidade, queer, sexopolítica, em que Judith Butler e Paul B. Preciado se destacam como tendência revolucionária, atravessando os campos da teoria e da política.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eComo a organizadora explica em seu texto introdutório, se essa seleção teve como mote a vontade de compartilhar uma experiência intelectual pessoal, pensando no tempo presente e nas novas gerações que se formam e se articulam, ela revela também, na própria escolha e articulação dos artigos, a necessidade de fazer um alerta: “que o feminismo do século XXI coloque na agenda a urgência do questionamento das tão perigosas quanto dissimuladas tecnologias de produção das sexualidades e a responsabilidade de recusar qualquer hierarquia ou prioridade na luta contra a opressão de todas as mulheres, em suas mais diversas características de gênero, raça, etnia ou religião.”\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePensamento feminista brasileiro: formação e contexto\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-teixeira\"\u003eHeloisa Teixeira (Org.)\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eOs anos 1970, período que podemos identificar como o de formação das teorias feministas no Brasil, foi também o ponto de ebulição dos movimentos feministas no mundo. Se nesse momento, lá fora, as mulheres se uniam para lutar contra a discriminação sexual e pela igualdade de direitos, impulsionadas pelas utopias da década anterior, por aqui era preciso se posicionarem contra a ditadura militar e a censura, em um duro combate pela redemocratização do país, pela anistia e por condições básicas de vida. Não é estranho notar, portanto, que em boa parte dos textos reunidos nesta edição – de dezenove autoras –, a conjuntura política brasileira não se apresente apenas como pano de fundo, se impondo como fator determinante das próprias definições temáticas e abordagens dos estudos datados desses anos, em que o feminismo brasileiro se formava entre o ativismo e a necessidade de novas reflexões, circulando em grupos informais, centros de estudos e movimentos sociais – muitas vezes vinculado ao Partido Comunista e à Igreja Católica progressista, instituição particularmente importante enquanto oposição ao regime militar.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003ePois é nesse ambiente que despontaram intelectuais dispostas a inaugurar uma nova área de estudos no país, criando um campo próprio de saber voltado para as pesquisas sobre a mulher. Se por um lado essas pioneiras, em sua maioria ligadas às áreas das ciências sociais e da história, acompanhavam as demandas teóricas da esquerda, paulatinamente foram incorporando em suas investidas acadêmicas temáticas específicas como planejamento familiar, violência doméstica, sexualidade, saúde da mulher e as variadas instâncias onde se manifestavam as desigualdades de gênero. A partir dos anos 1980, não foi possível silenciar vozes que se impunham demandas específicas, sobretudo as das mulheres negras, momento em que se destacam algumas das intelectuais mais singulares desse contexto, que fizeram da interseccionalidade um tema definitivo no debate feminista brasileiro. Como explica a organizadora da obra, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-teixeira\"\u003eHeloisa Buarque de Hollanda\u003c\/a\u003e, também ela personagem dessa história, este livro tem como missão reunir as contribuições seminais que emergiram entre os anos 1970 e 1990, e seus reflexos ainda no começo do século XXI, e que possibilitaram a existência de um pensamento feminista no Brasil, consolidado a partir do empenho e do trânsito dessas mulheres entre a universidade, a militância e a política.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eParece fundamental no contexto atual, em que os estudos feministas e também o ativismo ganham espaço no país, que os nomes dessas importantes pensadoras brasileiras afirmem seu lugar para as novas gerações, a partir do conhecimento e reconhecimento de uma atuação que entende os estudos feministas como um campo de contínua expansão, afirmação e resistência.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754828312907,"sku":"9786585984874","price":137.2,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/PensamentoFeminista.jpg?v=1773064348"},{"product_id":"combo-transgressoras","title":"Combo Transgressoras, clássicos da literatura","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eClássicos da literatura mundial escritos por grandes autoras, que revolucionaram a literatura em seu tempo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO papel de parede amarelo e outras histórias\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/charlotte-perkins-gilman\"\u003eCharlotte Perkins Gilman\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Heloisa Seixas\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEstão reunidos textos que formam um importante conjunto representativo da produção ficcional da escritora norte-americana \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/charlotte-perkins-gilman\"\u003eCharlotte Perkins Gilman\u003c\/a\u003e (1860-1935). Nos sete contos selecionados e traduzidos por Heloisa Seixas, estão em cena os temas que mobilizaram a autora – considerada uma pioneira do feminismo – durante toda a vida: a condição social das mulheres, a opressão imposta a elas e a necessidade de emancipação.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003ePerkins Gilman trata dessas questões ora com sarcasmo, caso do conto “Se eu fosse um homem”, ora com drama, a exemplo de “Reviravolta”, “Uma mulher honesta” e “Uma mudança”; por vezes também em tom crítico, como vemos em “O coração do sr. Peebles”, ou com forte teor psicológico e assombroso, caso de “O papel de parede amarelo”, seu conto mais conhecido, em que acompanha o processo de enlouquecimento de uma mulher que acaba de parir e é mantida isolada por seu marido em um velho quarto de uma mansão rural.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eO volume apresenta ainda extratos de sua novela mais famosa, \u003cem\u003eHerland, a Terra das Mulheres\u003c\/em\u003e (de 1915), em que imagina um país sem homens, utopia feminista que serve para defender as suas ideias sobre maternidade e educação de crianças, e imaginar uma sociedade livre da dominação masculina.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA idade da inocência\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/edith-wharton\"\u003eEdith Wharton\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução, apresentação e notas: Júlia Romeu\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eObra-prima da norte-americana \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/edith-wharton\"\u003eEdith Wharton\u003c\/a\u003e (1862-1937), \u003cstrong\u003eA idade da inocência\u003c\/strong\u003e foi publicada em 1920, fazendo da autora a primeira mulher a ganhar o Prêmio Pulitzer de ficção. Ambientado na alta sociedade nova-iorquina do fim do século XIX, o romance gira em torno de um triângulo amoroso formado por Newland Archer, um abastado e promissor advogado, a bem-nascida May Weelland, predestinada a ser a sua perfeita esposa; e a condessa Ellen Olenska, que regressa da França após um divórcio, com um comportamento um tanto mais livre e contestador que o permitido às mulheres na época, chocando os membros da aristocracia e despertando a paixão do jovem Archer.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eÉ nessa Nova York, onde os desejos e impulsos pessoais eram sufocados pelo apertado espartilho das aparências e das convenções, que se desenrola a narrativa marcada por intrigas, traições e dilemas existenciais. Edith Wharton desenha essa sociedade, onde nasceu e passou grande parte da vida, ora criando um retrato nostálgico, ora fazendo críticas contundentes. Assim como ela, seus protagonistas terão que fazer uma escolha, a de permanecer ou deixar tudo para trás.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA coleção Transgressoras\u003c\/strong\u003e é coordenada por Heloisa Seixas e Julia Romeu.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754879070539,"sku":"9786584515949","price":88.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/combomtransgressoras.jpg?v=1773064535"},{"product_id":"combo-bruno-latour","title":"Combo Bruno Latour e o Antropoceno","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eCombo \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/bruno-latour\"\u003eBruno Latour\u003c\/a\u003e e o Antropoceno conjuga duas obras referenciais do antropólogo e filósofo francês, um dos intelectuais mais influentes da atualidade.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOnde aterrar? Como se orientar politicamente no Antropoceno\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/bruno-latour\"\u003eBruno Latour\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Marcela Vieira\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eDiante do cenário atual, em que enfrentamos os trágicos efeitos de uma crise sanitária global, a proposta do antropólogo e filósofo Bruno Latour de partir da perspectiva ecológica para compreender as transformações de nossa época parece incontornável. Neste livro, traduzido em mais de dezoito línguas, Latour apresenta uma contundente análise do contexto geopolítico contemporâneo partindo da conexão entre fenômenos raramente relacionados: o afrouxamento das regulamentações governamentais, a explosão das desigualdades sociais, o colapso ecológico, o negacionismo climático e a ascensão do populismo.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eFrente a esse quadro, em que eventos como a eleição de Donald Trump e o Brexit se apresentam como evidentes sintomas, Latour acredita que não é possível compreender as posições políticas dos últimos cinquenta anos sem colocar no centro das análises a questão do clima e a sua degeneração.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOnde estou? Lições do confinamento para uso dos terrestres\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/bruno-latour\"\u003eBruno Latour\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Raquel de Azevedo\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA experiência da pandemia e do confinamento atingiu duramente a todas e a todos, tanto no nível individual quanto no coletivo. Os Estados, assim como os indivíduos, esperam avidamente o retorno do “mundo de antes”. Há, no entanto, uma outra maneira de encarar esse desafio global e tirar dele importantes lições, ao menos para aqueles que podemos chamar “terrestres”, que entendem que a crise sanitária faz parte de uma outra crise, ainda mais grave, e que há uma chance a ser aproveitada neste momento: compreender, enfim, onde estão, em que terra eles poderão se envolver, e não mais se desenvolver.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eSeguindo as ideias apresentadas em seu livro anterior, \u003cem\u003eOnde aterrar? Como se orientar politicamente no Antropoceno\u003c\/em\u003e, Bruno Latour reflete sobre a urgência de pensarmos o mundo que vamos habitar e convida a conhecer mais profundamente a sua análise essencial sobre o Novo Regime Climático.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAs duas obras apresentam um debate incontornável sobre a urgência de pensarmos questões como a relação entre o colapso ecológico, o negacionismo climático e a ascensão do populismo, e os caminhos políticos e sociais possíveis para um futuro comum na Terra.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754899288395,"sku":"9786584515024","price":107.8,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/antropocenos.jpg?v=1773064608"},{"product_id":"combo-desnaturadas","title":"Combo Desnaturadas","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDois livros da Coleção Desnaturadas que desafiam a nossa visão de mundo: \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/kathryn-yusoff\"\u003eKathryn Yusoff\u003c\/a\u003e nos convoca a reconhecer que a violência racial sempre esteve inscrita na exploração da terra; \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/vinciane-despret\"\u003eVinciane Despret\u003c\/a\u003e, a exercitar uma escuta atenta aos modos de existência não humanos.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAutobiografia de um polvo\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/vinciane-despret\"\u003eVinciane Despret\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Milena P. Duchiade\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA improvável combinação de filosofia, ciência e literatura de ficção científica faz de \u003cem\u003eAutobiografia de um polvo\u003c\/em\u003e um livro bastante singular. Nele, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/vinciane-despret\"\u003eVinciane Despret\u003c\/a\u003e, uma das pensadoras mais instigantes da atualidade, se inspira na ciência ficcional da therolinguística, a disciplina científica que estuda a linguagem dos animais criada pela escritora Ursula K. Le Guin, para apresentar em cada capítulo um estudo sobre a comunicação e a poética de diferentes animais, como as aranhas, os vombates e os polvos. As narrativas estão situadas em um futuro no qual os conhecimentos sobre a linguagem dos animais conformam um campo de pesquisa bem consolidado, composto de diversas vertentes que tensionam os limites do que entendemos por linguagem.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUm bilhão de antropocenos negros ou nenhum\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/kathryn-yusoff\"\u003eKathryn Yusoff\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Rita Paschoalin\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNeste livro, a geógrafa \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/kathryn-yusoff\"\u003eKathryn Yusoff\u003c\/a\u003e propõe uma nova interpretação do Antropoceno a partir de suas camadas mais profundas, em que a terra e os corpos foram estruturados pelo colonialismo e pela desapropriação racializada. Nessa abordagem inédita, a geologia deixa de ser apenas uma ciência da Terra para se revelar como tecnologia de poder, regime de valor e gramática racial. Contra o universalismo aparentemente neutro da figura do “humano” presente nas discussões sobre crise climática, Yusoff propõe outra chave de leitura: o inumano como categoria forjada para tornar corpos negros e indígenas propriedade extrativa - o que ainda segue em curso.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754918850891,"sku":"9786561840019","price":114.8,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/Desnaturadas.jpg?v=1773064691"},{"product_id":"combo-helene-cixous","title":"Clássicos de Hélène Cixous","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO pensamento feminista e literário de uma das pensadoras mais fascinantes da atualidade.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO riso da Medusa\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/helene-cixous\"\u003eHélène Cixous\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Natália Guerrelus e Raísa França Bastos\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEnsaio referencial para o feminismo desde sua publicação, nos anos 1970, “O riso da Medusa” se constrói a partir da incômoda ausência de vozes femininas entre tudo o que circula na paisagem da literatura, da teoria e da crítica. Se o mito da Medusa alude à castração da mulher, a um sentido negativo e monstruoso historicamente atribuído a uma falta do falo, este texto de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/helene-cixous\"\u003eHélène Cixous\u003c\/a\u003e evoca a urgência de que as mulheres afirmem sua presença no texto.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Eu falarei da escrita feminina: do que ela fará. É preciso que a mulher se escreva: que a mulher escreva sobre a mulher, e que faça as mulheres virem à escrita, da qual elas foram afastadas tão violentamente quanto o foram de seus corpos.”\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eA chegada da escrita\u003c\/em\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/helene-cixous\"\u003eHélène Cixous\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Danielle Magalhães, Isadora Nuto, Marcelle Pacheco, Patrick Lange, Renata Estrella e Tainá Pinto\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eLançado originalmente em 1976, um ano depois de seu trabalho mais conhecido, \u003cem\u003eO riso da Medusa\u003c\/em\u003e, este livro reúne oito textos em que o tema da escrita das mulheres é mais uma vez o mote para pensar os caminhos da produção literária, fazendo dialogar diferentes tempos, personagens e gêneros – como o ensaio, o registro autobiográfico, cenas literárias e teatrais –, e criando um engenhoso jogo de sentidos no cruzamento da literatura e da psicanálise.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“A escrita é boa: é o que não tem fim.”\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAyaï, o grito da literatura\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/helene-cixous\"\u003eHélène Cixous\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Flavia Trocoli\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEnsaio essencial para os estudos literários contemporâneos, em que \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/helene-cixous\"\u003eHélène Cixous\u003c\/a\u003e articula, com força poética e filosófica, a sobrevivência da linguagem diante da perda e da morte. Entre ecos de Sófocles, Shakespeare, Donne, Poe, Proust e Derrida, a autora entrelaça crítica e criação para mostrar como a literatura é capaz de religar os vivos aos seus mortos e dar abrigo ao indizível.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003ePara a autora, que evoca uma escrita feita com o corpo e a memória, a literatura é uma força maior que a própria vida, onde traduzimos os gritos agudos e breves da realidade e onde as existências permanecem imunes à destruição.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA edição conta com uma série de fotografias e desenhos do artista franco-argelino Adel Abdessemed.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOs três livros formam uma espécie de tríade das investigações de Cixous sobre escrita e literatura que expandiram a maneira como concebemos e compreendemos a expressão literária.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUm mergulho nos clássicos de Hélène Cixous, autora franco-argelina com vasta e importante produção – entre ensaios, teatro e ficção –, e nome incontornável da literatura mundial contemporânea.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754932449611,"sku":"9786585984645","price":159.6,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/helene.jpg?v=1773064755"},{"product_id":"combo-america-latina","title":"Combo América Latina","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUm panorama visual e político indispensável para entender a alma rebelde e diversa da América Latina: enquanto \u003cem\u003eHistória da América Latina em 100 fotografias\u003c\/em\u003e captura, em imagens marcantes, os povos, as lutas e os momentos que nos definem, \u003cem\u003eHistória dos feminismos na América Latina\u003c\/em\u003e revela, pela perspectiva das mulheres, as batalhas essenciais que moldaram essas mesmas histórias.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eHistória da América Latina em 100 fotografias\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/paulo-antonio-paranagua\"\u003ePaulo Antonio Paranaguá\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA América Latina olhada por si mesma e por quem veio de fora. A região marcada pela violência originária da colonização e disputas permanentes de dominação e poder é também a que tem uma incomparável diversidade de paisagens, povos e culturas. Nesse mosaico emerge uma história repleta de personagens fascinantes e controversos, conflitos e golpes, transformações econômicas e sociais, cenas de costumes e do cotidiano. As cem imagens escolhidas para narrar a complexidade da América Latina buscam explicar os diferentes países e territórios que a compõem sem perder a visão dos elos que os unem, constituindo um panorama diante do qual ora nos surpreendemos, ora nos reconhecemos.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eHistória dos feminismos na América Latina\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/dora-barrancos\"\u003eDora Barrancos\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Michelle Strzoda\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eApoiada em vasta pesquisa e experiência ativista, a historiadora argentina \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/dora-barrancos\"\u003eDora Barrancos\u003c\/a\u003e apresenta neste livro um panorama inédito das correntes de pensamento e de ação política que deram origem e forma aos movimentos feministas da América Latina. Estabelecendo como marcos temporais os séculos XX e XXI, a autora elabora uma cartografia dos movimentos feministas da região, destacando ações históricas e pioneiras de mulheres como Gregoria Apaza e Bartolina Sisa, guerrilheiras indígenas que lutaram contra o colonialismo espanhol na Bolívia; Serafina Dávalos, a primeira advogada formada no Paraguai; Berta Cáceres, líder indígena hondurenha; Amalia Mallén de Ostolaza, sufragista e ativista cubana; Paulina Luisi, ativista e primeira mulher a se formar em medicina no Uruguai, e a brasileira Helena Greco, parlamentar ativista na luta contra a ditadura militar no país.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAo percorrer os países latino-americanos em sua geografia e tempo histórico, Dora Barrancos revela como esta atuação feminista aparentemente dispersa inspirou e garantiu um importante legado para as reivindicações feministas contemporâneas no território, focadas, sobretudo, nas pautas que dizem respeito à violência e à autonomia sobre o próprio corpo, uma força política que se alastra pela região e irmana cada vez mais as mulheres e suas lutas.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754970755403,"sku":"9786585984973","price":187.6,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/americalatina.jpg?v=1773064959"},{"product_id":"combo-vozes-latinas","title":"Combo Vozes latinas femininas","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO encontro de grandes escritoras latino-americanas em três livros arrebatadores.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eFebre de carnaval\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/yuliana-ortiz-ruano\"\u003eYuliana Ortiz Ruano\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Larissa Bontempi\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eO carnaval, em que se misturam o trágico e o festivo, é o pano de fundo da narrativa que mergulha no universo exuberante e sensível de Ainhoa, cujo corpo de menina reverbera as histórias do clã de mulheres que a criaram – irmãs, mães e avós, que compartilham com ela, mesmo sem saber, suas dores, seus medos e seus desejos.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEm ritmo vibrante, ressoando as batidas da rumba e da salsa, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/yuliana-ortiz-ruano\"\u003eYuliana Ortiz Ruano\u003c\/a\u003e constrói, a partir da vida de sua jovem protagonista, que busca refúgio aninhada no pé de goiaba ou no mar, um retrato das tradições afrodescendentes, da brutalidade patriarcal e das complexidades sociais de uma parte esquecida das Américas.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Yuliana escreve sobre a festa e tudo o que nela há de arrebatamento, perigo e refúgio. Brilhante.” Mónica Ojeda\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAs vira-latas\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/arelis-uribe\"\u003eArelis Uribe\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Silvia Massimini Felix\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNeste livro de estreia, premiado e já traduzido em diversos países, a chilena \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/arelis-uribe\"\u003eArelis Uribe\u003c\/a\u003e surge como uma espécie de cronista de uma geração de garotas que estão às margens. Em oito contos narrados em primeira pessoa por diferentes protagonistas, \u003cem\u003eAs vira-latas\u003c\/em\u003e oferece uma visão caleidoscópica da experiência de ser uma jovem das classes populares do Chile nos anos 1990, quase sempre mestiça e circulando num cenário social degradado. São histórias de vidas precárias e errantes, envoltas nos acontecimentos da infância e juventude, ordinários ou não, que oscilam entre o conflito, o desejo e a ternura. Arelis dá voz a quem nunca falou, meninas sem pedigree, mas também sem amarras.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“A história do medo, do invisível, das que não contavam e agora contam, fazem deste livro o retrato mais vívido de nossa intensidade e desmesura, e planta, sem querer, a semente para a próxima revolução.” Gabriela Wiener.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA insubmissa\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/cristina-peri-rossi\"\u003eCristina Peri Rossi\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Anita Rivera Guerra\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eRomance de formação autobiográfico de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/cristina-peri-rossi\"\u003eCristina Peri Rossi\u003c\/a\u003e, premiada autora uruguaia e uma das mais proeminentes escritoras de língua espanhola. Nele, acompanhamos sua infância e juventude, contadas a partir da estranheza e da perplexidade diante de um mundo sempre em conflito com os seus desejos: usar calças, não comer animais, ter uma biblioteca, escrever, amar outras meninas.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAtravés de experiências familiares, fabulações e do tempo de um dolorido amadurecimento, se desenha uma personalidade contestadora e determinada a viver os seus desejos mais profundos a despeito das interdições impostas ao comportamento e ao corpo de uma mulher.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Eu lia com o deleite indiscriminado de uma viciada e de uma convertida. Minha religião era a literatura.” Cristina Peri Rossi\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEleito Melhor Romance estrangeiro de 2025 pela revista Quatro Cinco Um.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56754986844491,"sku":"9786585984980","price":147.0,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/vozeslatinas.jpg?v=1773065062"},{"product_id":"combo-edouard-glissant","title":"Combo Édouard Glissant Essencial","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAs duas obras fundamentais de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/edouard-glissant\"\u003eÉdouard Glissant\u003c\/a\u003e, pensador central da relação entre culturas no mundo pós-colonial.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/edouard-glissant\"\u003eÉdouard Glissant\u003c\/a\u003e (1928-2011) foi um pensador da diáspora que elaborou um impactante projeto filosófico e poético para refletir sobre os efeitos da colonização. Para isso, liberou-se das matrizes conceituais do Ocidente, abrindo espaço para que o sujeito afrodiaspórico se tornasse protagonista da análise de sua própria experiência estética e cultural.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePoética da Relação\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/edouard-glissant\"\u003eÉdouard Glissant\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Marcela Vieira e Eduardo Jorge Oliveira\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEste ensaio filosófico atravessado por uma linguagem poética se tornou uma referência em todo o mundo, além de título essencial da bibliografia de Glissant. Nela, o autor elabora um dos seus conceitos mais importantes, o da Relação, um processo de contaminação de todas as diferenças reunidas sob as correntes da escravidão e do colonialismo. A Relação pressupõe conhecer o abismo dessa experiência, pois é a partir dela e da abertura da imaginação que se dá a partilha de mundos unidos pela própria separação.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO discurso antilhano\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/edouard-glissant\"\u003eÉdouard Glissant\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Thiago Florencio\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eObra canônica do pensamento pós-colonial, \u003cem\u003eO discurso antilhano\u003c\/em\u003e é uma das mais decisivas reflexões de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/edouard-glissant\"\u003eÉdouard Glissant\u003c\/a\u003e e ponto de virada de sua trajetória intelectual. Nesse mosaico de noventa e seis textos que cruzam história, sociologia, literatura e poesia, o autor formula uma análise radical sobre a experiência diante da colonização, da assimilação e das persistências do racismo.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eMais do que um ensaio, trata-se de um \u003cstrong\u003elivro-manifesto\u003c\/strong\u003e que deu voz a uma geração de escritoras, escritores e intelectuais da diáspora africana e abriu caminho para obras e movimentos que repensaram a literatura e a identidade fora dos moldes impostos pelo colonialismo. Um estudo incontornável, cuja força emancipatória segue iluminando debates sobre cultura, hegemonias e imaginário no mundo contemporâneo.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e“Uma longa espera: quarenta anos após sua publicação original, chega ao Brasil a aguardada edição de \u003cem\u003eO discurso antilhano\u003c\/em\u003e, matriz do pensamento de Édouard Glissant, um dos intelectuais mais influentes de língua francesa do século XX.” \u003cstrong\u003eLigia Fonseca Ferreira\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eCoordenação Coleção Glissant: \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/ana-kiffer\"\u003eAna Kiffer\u003c\/a\u003e\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755027345739,"sku":"9786585984935","price":174.3,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/glissant_641ff497-3848-4da8-a23d-dd776ba5e79a.jpg?v=1773676551"},{"product_id":"combo-marguerite-duras","title":"Combo Marguerite Duras de perto","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eTrês livros referenciais da escritora francesa Marguerite Duras, que revelam aspectos mais íntimos de sua escrita e de sua vida.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA dor\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marguerite-duras\"\u003eMarguerite Duras\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Luciene Guimarães de Oliveira e Tatiane França\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e“A dor é uma das coisas mais importantes da minha vida.”\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEm meados dos anos 1980, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marguerite-duras\"\u003eMarguerite Duras\u003c\/a\u003e encontra, nos armários de sua casa de campo, uma série de diários escritos na juventude. Nestas páginas, tomadas por uma pequena letra e rasuras, ela descreve a angústia vivida durante a Segunda Guerra Mundial, diante da França ocupada e da espera dilacerante pelo retorno de seu marido, Robert Antelme, preso e enviado para um campo de concentração na Alemanha.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEntre a memória e a literatura, Duras desenha todo o contexto em que circulam pelas ruas de Paris membros da polícia nazista, uma elite francesa colaboracionista, milicianos e resistentes – personagens reais da história, como ela, que busca notícias do marido em almoços com um membro da Gestapo e participa da sessão de tortura de um delator ao lado dos companheiros da Resistência. O testemunho e a emoção dos acontecimentos vividos fazem de \u003cstrong\u003eA dor\u003c\/strong\u003e uma das obras mais importantes da autora, como ela mesma declara.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA vida material\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marguerite-duras\"\u003eMarguerite Duras\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Tatiane França\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eA vida material\u003c\/em\u003e inaugura uma forma de literatura. Um falar escrito. O livro nasce de conversas de Marguerite Duras com seu amigo Jérôme Beaujour, com quem ela se sente à vontade para evocar os temas mais íntimos da sua vida e também os mais banais. Depois, Duras retrabalhou todo o material como texto literário, ao seu estilo, um gênero próprio, de difícil definição. “Como falar do eu e do mundo e do eu que habita esse mundo sem passar por um gênero como o diário íntimo ou a autobiografia. Com este texto, Duras deu um novo status à palavra e ao que significa falar”, destaca Laure Adler, biógrafa da escritora, na apresentação inédita que fez para esta edição brasileira.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eYann Andréa Steiner\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marguerite-duras\"\u003eMarguerite Duras\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Karina Ceribelli Roy\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNo verão de 1980, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/marguerite-duras\"\u003eMarguerite Duras\u003c\/a\u003e recebe em sua casa, na Normandia, Yann Lemmé, ávido leitor de suas obras que a enviava cartas regularmente. A partir daquele encontro, os dois permaneceriam juntos e inseparáveis durante os últimos dezesseis anos de vida da autora. Neste livro, Duras nos faz acompanhar o início da “história entre o muito jovem \u003cstrong\u003eYann Andréa Steiner\u003c\/strong\u003e e esta mulher que fazia livros e que estava velha e sozinha”.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eTerna e visceral, \u003cstrong\u003eDuras escreve sobre a sua história de amor, o nascer de Andréa Steiner\u003c\/strong\u003e, sobrenome com o qual batiza Yann – Andréa, nome de sua mãe, e Steiner, nome de sua personagem Aurélia Steiner –, sobre seus personagens histórico-ficcionais, que atravessam esse encontro, marcados pelo trauma do Holocausto: Théodora Kats, Jeanne, Samuel. Mais uma vez, vida e ficção se misturam na literatura contundente de Marguerite Duras.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755073057099,"sku":"9786585984942","price":144.2,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/Duras_db985565-b2f3-47c0-bb31-1ab43a0b7678.jpg?v=1773664536"},{"product_id":"combo-caribe-anticolonial","title":"Combo Caribe anticolonial","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA história e o pensamento anticolonial caribenho em três livros referenciais +\u003cbr\u003emarcador de páginas feito artesanalmente com tecido da Martinica.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAs irmãs Nardal\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/lea-mormin-chauvac\"\u003eLéa Mormin-Chauvac\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Ligia Fonseca Ferreira e Regina Salgado Campos\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA história não contada das mulheres negras pioneiras do movimento da negritude.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNo coração do entre-guerras parisiense, sete irmãs vindas da Martinica — Paulette, Émillie, Alice, Jane, Cécile, Lucie e Andrée Nardal — abrem caminho para uma revolução silenciosa: a emergência de uma consciência negra global. Primeiras mulheres negras a entrar na prestigiada universidade Sorbonne, elas fazem de seu apartamento em Clamart, periferia de Paris, um dos grandes salões intelectuais da diáspora, onde circulam ideias, poetas e militantes vindos da África, do Caribe e dos Estados Unidos.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/lea-mormin-chauvac\"\u003eLéa Mormin-Chauvac\u003c\/a\u003e restitui o lugar central das irmãs Nardal na história mundial das ideias — pioneiras do feminismo negro francófono, mediadoras entre culturas, e figuras decisivas da modernidade caribenha.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNegro sou, negro serei\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/aime-cesaire\"\u003eAimé Césaire\u003c\/a\u003e e \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/francoise-verges\"\u003eFrançoise Vergès\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Leo Gonçalves\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eO livro oferece uma visão abrangente das ideias e perspectivas de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/aime-cesaire\"\u003eAimé Césaire\u003c\/a\u003e (1913-2008) sobre as questões às quais se dedicou por toda a vida: a identidade negra, o colonialismo e a luta pela emancipação racial. Para isso, ele analisa a sua própria trajetória pessoal e intelectual, retomando eventos da infância na Martinica natal, o seu envolvimento no movimento anticolonial nas comunidades afrodescendentes ao redor do mundo.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/francoise-verges\"\u003eFrançoise Vergès\u003c\/a\u003e, referência nos debates contemporâneos sobre raça e gênero, também nascida na chamada França ultramarina, ou seja, em uma ex-colônia francesa, conduz as conversas com Césaire colocando em evidência os desdobramentos do conceito de negritude, cunhado por ele, como ferramenta poética e ideológica para reivindicar o valor e a dignidade da identidade negra.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA edição conta ainda com o ensaio “Por uma leitura pós-colonial de Césaire”, uma leitura de Vergès sobre o legado deste grande pensador e sua incontornável atualidade.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEscrever em país dominado\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/patrick-chamoiseau\"\u003ePatrick Chamoiseau\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Mariana Patrício e Ciro Oiticica\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cem\u003eEscrever em país dominado\u003c\/em\u003e é ao mesmo tempo a narrativa da formação de uma consciência e a saga íntima de uma escrita em busca de si mesma. Entre a memória da escravidão, o peso da língua imposta e a pulsação das culturas subterrâneas, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/patrick-chamoiseau\"\u003ePatrick Chamoiseau\u003c\/a\u003e oferece uma reflexão contundente e original sobre os efeitos da colonização e o lugar do escritor diante da dominação e das disputas de imaginário.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eCosturado como uma “autobibliografia”, o livro emerge dos encontros do autor com o vasto repertório literário de sua formação, que ele interroga e expande. Mais do que um ensaio, a obra é também um manifesto que repensa a literatura como território de resistência e invenção, onde o sujeito colonizado afirma sua presença e reinventa o mundo.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755092193611,"sku":"9786585984959","price":175.7,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/caribe.jpg?v=1773065486"},{"product_id":"combo-mulheres-e-bebates-raciais","title":"Combo Mulheres e debates raciais","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDiferentes perspectivas sobre a escrita de mulheres negras como ferramenta de resistência.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eEm busca dos jardins de nossas mães\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/alice-walker\"\u003eAlice Walker\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Stephanie Borges\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003ePrimeira mulher afro-americana a receber o prestigioso prêmio Pulitzer de ficção, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/alice-walker\"\u003eAlice Walker\u003c\/a\u003e também foi pioneira ao tratar de diversos temas da cultura negra dos Estados Unidos. Ainda nos anos 1970, abordou pela primeira vez questões raciais como o colorismo, e passou a defender um ponto de vista mulherista, termo reivindicado pelo feminismo negro para expressar as particularidades de suas lutas.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eFilha de trabalhadores rurais, Alice Walker experimentou a violência da segregação racial e as dificuldades de ser uma mulher negra no Sul do país, contexto que incorporou em seu romance \u003cem\u003eA cor púrpura\u003c\/em\u003e e que está presente em vários ensaios deste livro.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEntre perspectivas pessoais e políticas, a autora nos convida a acompanhá-la na busca da própria identidade e das referências afro-americanas, muitas delas apagadas pela história. Seguindo-a nesse caminho, nos deparamos com Zora Neale Hurston, Martin Luther King, Phillis Weathley, e chegamos ao jardim de uma casa modesta na Geórgia. Lá, em meio a uma rotina sem descanso, sua mãe encontrou a porção diária de vida cultivando dedicadamente suas flores – e Alice Walker, o sentido desse legado materno.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e“Essa capacidade de persistir, ainda que das maneiras mais simples, é um trabalho que as mulheres negras realizam há muito tempo.”\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003ePão tirado de pedra\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/dionne-brand\"\u003eDionne Brand\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Lubi Prates e Jade Medeiros\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Uma crítica cultural de coragem intransigente, uma artista na linguagem e nas ideias”\u003c\/strong\u003e - Adrienne Rich\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNesta coleção de ensaios, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/dionne-brand\"\u003eDionne Brand\u003c\/a\u003e, uma das mais importantes vozes do pensamento diaspórico contemporâneo, lança um olhar incisivo e poético para tratar questões que estão no centro de sua produção: sexo e sexismo; diáspora e imigração; violência colonial e liberdade; imaginação racial; e também música, arte e literatura. Publicado pela primeira vez em 1998, o livro, que conta com um prefácio atualizado da autora, evoca os debates que se mantêm atuais e com enorme ressonância na cultura contemporânea.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e“\u003cem\u003ePão tirado de pedra\u003c\/em\u003e: como tirar comida da pedra bruta. O pão de cada dia, alimento fundamental e cotidiano, em qualquer esquina. O que são, para pessoas na diáspora, as experiências de Brand: comuns, cotidianas, fundamentais. Tirar pão de pedra: firmar compromisso a partir de matéria estanque e transformá-la em coisa viva e nutritiva. Tornar alimento alguma coisa impossível, que se não transformada nos quebraria os dentes. E não é isso o mesmo que escrever para e com as nossas? Buscar gestos de metamorfosear a raiva e as distâncias, de fazer de tudo algo que se possa partilhar, que se possa tornar combustível, que se possa levar adiante” - \u003cstrong\u003eBruna Barros e Jess Oliveira\u003c\/strong\u003e, no posfácio.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO avesso da raça\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/luciana-da-cruz-brito\"\u003eLuciana da Cruz Brito\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA partir de uma vasta pesquisa em acervos dos Estados Unidos e do Brasil, a historiadora \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/luciana-da-cruz-brito\"\u003eLuciana da Cruz Brito\u003c\/a\u003e apresenta neste livro \u003cstrong\u003euma interpretação surpreendente sobre o papel da sociedade brasileira nos debates raciais e políticos nos Estados Unidos do século XIX\u003c\/strong\u003e.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eDe um lado, viajantes e cientistas tomavam o Brasil como um “laboratório de raças” e uma experiência que deveria a todo custo ser evitada, destacando os males da mistura racial e alimentando as perspectivas racistas de então; por outro, abolicionistas estadunidenses, como Frederick Douglass, tinham na sociedade brasileira miscigenada, em que libertos podiam acessar direitos, a despeito de toda a violência do ambiente escravista, um modelo idealizado a ser seguido.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eDe uma maneira ou de outra, o que a autora revela é \u003cstrong\u003ecomo o Brasil serviu de espelho – muitas vezes invertido – para os Estados Unidos na formação de ideias raciais e da própria nação\u003c\/strong\u003e.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755113722187,"sku":"9786585984997","price":182.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/mulheres_debatesraciais_798099e6-ab13-4c2d-949f-096446dcd135.jpg?v=1773241481"},{"product_id":"combo-heloisa-teixeira","title":"Combo Heloisa Teixeira 360","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA obra da ensaísta, escritora, editora e crítica literária brasileira Heloisa Teixeira em três livros que revelam o seu trabalho e o seu método de olhar para o mundo.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eRebeldes e marginais\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-teixeira\"\u003eHeloisa Teixeira\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eFinalista do Jabuti 2025\u003c\/strong\u003e, este livro é fruto do estudo obstinado de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-teixeira\"\u003eHeloisa Teixeira\u003c\/a\u003e sobre a produção cultural brasileira durante a mão pesada da ditadura militar e da censura. Sobre esse tema, ela escreveu uma tese de doutorado, quatro livros e inúmeros artigos examinando a cultura como resistência e afirmação da juventude rebelde da época. Agora, aos 84 anos, ela decide compartilhar essas fontes, reunir e reorganizar o material que produziu sobre esta época mágica, quando a cultura enfrentou estruturas, ditaduras e soube sonhar novos futuros. Este livro é, portanto, um precioso apanhado de décadas de pesquisa apresentado a partir de um olhar atual sobre o que aconteceu naqueles anos 1960\/1970.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm uma série de QR codes, a autora disponibiliza ainda documentos e entrevistas raras que fez pessoalmente com personagens-chave dessa época, que mudou para sempre a cultura do país.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOnde é que eu estou?\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-teixeira\"\u003eHeloisa Teixeira\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO livro reúne também uma série de textos de sua autoria, escritos em diferentes momentos de seu percurso intelectual. Neles, Heloisa debate os temas e personagens de sua eleição e paixão; desde a roupa criada para que Rachel de Queiroz – a primeira escritora eleita para a Academia Brasileira de Letras – pudesse participar da cerimônia de posse, passando por uma análise sobre as diferenças e semelhanças entre a literatura e a poesia marginais, os caminhos e descaminhos da literatura digital e apresentando ainda suas leituras no campo dos estudos culturais – área na qual é referência incontornável, como ensaísta, crítica e professora de Teoria da Cultura, função que exerce há cinco décadas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVida e pensamento se juntam em um livro que é testemunho, memória e celebração de Heloisa Buarque de Hollanda em sua versão 8.0. “Rever a trajetória intelectual de Heloisa é constatar sua contribuição para a inteligibilidade do novo, para a ampliação do campo da cultura no Brasil e para o reconhecimento dos seus diferentes atores sociais”, define André Botelho, no ensaio que fecha a edição.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eHelô Teixeira: crítica como vida\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/andre-botelho\"\u003eAndré Botelho\u003c\/a\u003e e \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/caroline-tresoldi\"\u003eCaroline Tresoldi\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDesde, pelo menos, a década de 1960, Heloisa Teixeira – que durante a maior parte da sua vida usou o sobrenome Buarque de Hollanda – vem imprimindo uma forte marca no cenário cultural brasileiro como uma espécie de antena, ou bússola, ao antever, apontar, apresentar e traduzir uma série de movimentos e tendências. Foi assim quando, ainda na década de 1970, deu corpo à produção de poetas marginais; mapeou, anos mais tarde, as teorias e ondas feministas, e chamou a atenção para as expressões artísticas e os conhecimentos das periferias, já nos anos 2000.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNa universidade, onde construiu uma sólida carreira como orientadora de gerações, e no mundo editorial, como editora e autora, Helô operou significativas mudanças influenciando mentalidades e comportamentos. Esse percurso, que nasce com uma licenciatura em Letras Clássicas e permanece em curso na Universidade Federal do Rio de Janeiro, na Universidade das Quebradas, e em uma série de livros, é apresentado aqui por \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/andre-botelho\"\u003eAndré Botelho\u003c\/a\u003e e \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/caroline-tresoldi\"\u003eCaroline Tresoldi\u003c\/a\u003e, a partir de um levantamento minucioso e de uma análise iluminadora. Como resultado, temos a oportunidade inédita de acompanhar a construção de uma carreira em que a crítica cultural se mistura com a vida, um conjunto de escolhas e contextos que forjaram o pensamento e a atuação engajada de uma das mais inspiradoras intelectuais brasileiras dos últimos cinquenta anos.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755126567243,"sku":"9786561840026","price":168.7,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/helo_teixeira_609dca31-f75b-46db-89c1-edcdc70eb985.jpg?v=1773772962"},{"product_id":"combo-grandes-escritoras-negras","title":"Combo Grandes escritoras negras, livros premiados","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eTrês livros premiados de três das mais importantes escritoras contemporâneas: a guadalupense Maryse Condé, a senegalesa Aminata Sow Fall e a haitiana Yanick Lahens.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eBanho de Lua\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/yanick-lahens\"\u003eYanick Lahens\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Natalia Borges Polesso\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA partir de um encontro improvável e atração recíproca entre dois membros dessas famílias rivais, \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/yanick-lahens\"\u003eYanick Lahens\u003c\/a\u003e, a mais célebre escritora haitiana da atualidade, constrói uma saga ao mesmo tempo familiar e nacional. Baía Azul torna-se, assim, o palco onde se condensa a história política do Haiti: fratrias dilaceradas, devastação sem limites, arbitrariedades de poder. Em meio à violência crescente, as divindades vodus e as vozes ancestrais ecoam como únicos bastiões da beleza e da resistência à crueldade inevitável de um mundo em profunda transformação.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eGanhador do Prêmio \u003cem\u003eFemina\u003c\/em\u003e 2014\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA greve dos mendigos\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/aminata-sow-fall\"\u003eAminata Sow Fall\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Mirella Botaro\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eMour Ndiaye, diretor da Saúde Pública em Dakar, sonha com uma carreira política brilhante. Para conquistar prestígio e se aproximar do poder, decide “higienizar” a cidade, afastando de vista a população de rua, considerada uma mancha na imagem de modernidade que deseja exibir. Diante das medidas de exclusão e bem organizados, os mendigos tomam uma decisão inesperada: declaram uma greve.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEssa ausência coletiva logo provoca um efeito em cadeia: sem os pobres para testemunhar sua generosidade, a elite urbana perde a possibilidade de praticar a caridade pública, fundamental para a vida religiosa e para a manutenção de sua imagem e respeitabilidade social. Assim, figuras invisíveis passam a ocupar o centro da cena, revelando como a sobrevivência simbólica e política dos poderosos depende justamente daqueles que eles procuram apagar.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/aminata-sow-fall\"\u003eAminata Sow Fall\u003c\/a\u003e, escritora pioneira em língua francesa na África, constrói uma narrativa incisiva, em que o sarcasmo e a ironia abrem espaço para refletir sobre dignidade, solidariedade e o lugar dos marginalizados na vida social.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eGanhador do Grande Prêmio Literário da África Negra ― Le Grand Prix littéraire d’Afrique noire (1980)\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO coração que chora e que ri\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/maryse-conde\"\u003eMaryse Condé\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Heloisa Moreira\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNeste que é um dos mais celebrados livros de \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/maryse-conde\"\u003eMaryse Condé\u003c\/a\u003e, as memórias de infância são também a narrativa de sua formação. Na Guadalupe dos anos 1940 e 1950, em um ambiente burguês, deve-se evitar falar a língua local, o créole. As convenções sociais se impõem sobre os sentimentos: não se chora diante do cadáver de um ente querido; não se comenta um divórcio na família. No contexto doméstico, cercado por mentiras, com uma mãe extremamente severa – com os outros e consigo mesma – e um pai reservado, a pequena Maryse segue o caminho da rebelião. A sua fuga para um mundo imaginário, a sede por conhecimento e por autonomia a guiam para o destino de escritora.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAo retomar a sua história, Condé evoca a criança que percorre as paisagens caribenhas, a jovem que descobre em Paris a sua identidade negra, e revive o momento que lhe devolveu o amor pela sua família: \u003cstrong\u003e“Eu deslizei a mão por entre seus seios que tinham amamentado oito filhos, agora inúteis, murchos, e ali passei toda a noite, ela grudada em mim, eu enrolada como uma bolinha contra seu flanco, sentindo seu cheiro de idosa e de arnica, sentindo seu calor”\u003c\/strong\u003e. Naquela noite, Maryse encontrou sua mãe ao perdê-la.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eGanhador do Prêmio Marguerite Yourcenar 1999\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755140362571,"sku":"9786585984904","price":163.1,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/escritorasnegras.jpg?v=1773065883"},{"product_id":"combo-feminismos-do-caribe","title":"Combo Feminismos do caribe","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA tradição do pensamento feminista caribenho a partir de mulheres que reivindicaram seu lugar como protagonistas da história intelectual e política da região.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAs irmãs Nardal\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/lea-mormin-chauvac\"\u003eLéa Mormin-Chauvac\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Ligia Fonseca Ferreira e Regina Salgado Campos\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNo coração do entre-guerras parisiense, sete irmãs vindas da Martinica — Paulette, Émillie, Alice, Jane, Cécile, Lucie e Andrée Nardal — abrem caminho para uma revolução silenciosa: a emergência de uma consciência negra global. Primeiras mulheres negras a entrar na prestigiada universidade Sorbonne, elas fazem de seu apartamento em Clamart, periferia de Paris, um dos grandes salões intelectuais da diáspora, onde circulam ideias, poetas e militantes vindos da África, do Caribe e dos Estados Unidos.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eÉ ali que germina o pensamento da \u003cem\u003enegritude\u003c\/em\u003e, antes mesmo de Aimé Césaire ou Léopold Senghor lhe darem nome. Com erudição e sensibilidade, Léa Mormin-Chauvac restitui o lugar central das irmãs Nardal na história mundial das ideias — pioneiras do feminismo negro francófono, mediadoras entre culturas, e figuras decisivas da modernidade caribenha. \u003cem\u003eAs irmãs Nardal\u003c\/em\u003e repara um silêncio histórico e ilumina a origem coletiva de um movimento que transformou a literatura e a política do século XX, retraçando a trajetória dessas mulheres pioneiras, símbolos das lutas feministas e antirracistas que mudaram os rumos do movimento negro mundial.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO coração que chora e que ri\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/maryse-conde\"\u003eMaryse Condé\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Heloisa Moreira\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eNeste que é um dos mais celebrados livros de Maryse Condé, as memórias de infância são também a narrativa de sua formação. Na Guadalupe dos anos 1940 e 1950, em um ambiente burguês, deve-se evitar falar a língua local, o créole. As convenções sociais se impõem sobre os sentimentos: não se chora diante do cadáver de um ente querido; não se comenta um divórcio na família. No contexto doméstico, cercado por mentiras, com uma mãe extremamente severa – com os outros e consigo mesma – e um pai reservado, a pequena Maryse segue o caminho da rebelião. A sua fuga para um mundo imaginário, a sede por conhecimento e por autonomia a guiam para o destino de escritora.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAo retomar a sua história, Condé evoca a criança que percorre as paisagens caribenhas, a jovem que descobre em Paris a sua identidade negra, e revive o momento que lhe devolveu o amor pela sua família: \u003cstrong\u003e“Eu deslizei a mão por entre seus seios que tinham amamentado oito filhos, agora inúteis, murchos, e ali passei toda a noite, ela grudada em mim, eu enrolada como uma bolinha contra seu flanco, sentindo seu cheiro de idosa e de arnica, sentindo seu calor”\u003c\/strong\u003e. Naquela noite, Maryse encontrou sua mãe ao perdê-la.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755148423499,"sku":"9786585984881","price":111.3,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/FeminismoCaribe.jpg?v=1773065988"},{"product_id":"combo-mulheres-na-poesia","title":"Combo Mulheres na poesia","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDuas coletâneas de poesia feita por mulheres que se tornaram obras referenciais.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eInesquecíveis — Quatro séculos de poetas brasileiras\u003cbr\u003e\nOrg. \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/ana-rusche\"\u003eAna Rüsche\u003c\/a\u003e e \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/lubi-prates\"\u003eLubi Prates\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nAo longo dos séculos, mulheres escreveram a poesia brasileira — mesmo quando a história insistiu em esquecê-las. \u003cem\u003e\u003cstrong\u003eInesquecíveis\u003c\/strong\u003e\u003c\/em\u003e, organizado por \u003cstrong\u003eAna Rüsche\u003c\/strong\u003e e \u003cstrong\u003eLubi Prates\u003c\/strong\u003e, recupera essas vozes fundamentais e traça um panorama vibrante que vai do século XVIII às primeiras décadas do XXI. A partir de perfis de trinta poetas e de uma seleção de poemas representativos de suas respectivas produções, o livro apresenta escritoras como Bárbara Heliodora, Narcisa Amália, Maria Firmina dos Reis, Gilka Machado, Pagu, Edyla Mangabeira Unger, Maria Lucia Alvim, Conceição Evaristo, Marília Kubota, Miriam Alves, entre outras que marcaram — e continuam marcando — a literatura do país.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA obra ilumina trajetórias pouco conhecidas, difunde pesquisas decisivas e propõe um novo olhar para o lugar das mulheres na poesia brasileira, contribuindo para a formação de um novo cânone, mais amplo e diverso.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cem\u003eVocê lembrará seus nomes\u003c\/em\u003e — Antologia de poetas negras dos Estados Unidos do século XX\u003cbr\u003e\n\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/lubi-prates\"\u003eLubi Prates (Org.)\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\n\u003cstrong\u003eTradutoras:\u003c\/strong\u003e\u003cbr\u003e\nAna Meira \u0026gt; Amina Baraka\u003cbr\u003e\nBruna Barros e Jess Oliveira \u0026gt; Audre Lorde e Cheryl Clarke\u003cbr\u003e\nDesirée dos Santos \u0026gt; Nikki Giovanni e Nikki Finney\u003cbr\u003e\nFernanda Bastos \u0026gt; Alice Walker e bell hooks\u003cbr\u003e\nfloresta \u0026gt; Cheryl Clarke\u003cbr\u003e\nJade Medeiros \u0026gt; Pat Parker\u003cbr\u003e\nLuana Moreira \u0026gt; Gwendolyn Bennett e Rita Dove\u003cbr\u003e\nLubi Prates \u0026gt; Lucille Clifton, June Jordan e Maya Angelou\u003cbr\u003e\nMariana Correia Santos \u0026gt; Angelina W. Grimké e Gwendolyn Brooks\u003cbr\u003e\nNina Rizzi \u0026gt; Henryette Mullen e Wanda Coleman\u003cbr\u003e\nSara Ramos \u0026gt; Jayne Cortez e Sonia Sanchez\u003cbr\u003e\ntatiana nascimento \u0026gt; Audre Lorde\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEsta antologia oferece um \u003cstrong\u003epanorama inédito da poesia negra feita por mulheres nos Estados Unidos no século XX\u003c\/strong\u003e, reunindo dezenove poetas com uma amostra significativa de suas produções e linguagens. Ao lado de nomes já reverenciados no Brasil, como Audre Lorde, Maya Angelou, bell hooks e Alice Walker, estão poetas ainda pouco conhecidas que constituem o canône da literatura negra mundial. Caso das pioneiras Angelina Weld Grimké, Gwendolyn Bennett e Gwendolyn Brooks, e representantes da poesia falada e engajada, como Jayne Cortez e Amina Baraka, que despontaram nos anos 1960 e 1970. Período de grande efervescência da cultura negra nos Estados Unidos, as décadas do Black Arts Movement e do Black Power coincidem, não por acaso, com as primeiras publicações das sólidas carreiras de grande parte dessas poetas, como Lucille Clifton, Nikki Giovanni, Pat Parker e June Jordan, seguidas por autoras como Cheryl Clarke, Nikky Finney, Wanda Coleman e ainda as premiadíssimas Harryette Mullen, Rita Dove e Sonia Sanchez.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eOrganizado por Lubi Prates, \u003cem\u003eVocê lembrará seus nomes\u003c\/em\u003e conta com um time de tradutoras negras brasileiras renomadas, sendo a maior parte delas também poetas, além de pequenas biografias das autoras reunidas, contextualizando suas vidas e obras.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755158253899,"sku":"9786585984898","price":176.4,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/poesia2.jpg?v=1773332974"},{"product_id":"combo-mulheres-e-escrita","title":"Combo Insubmissas","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO encontro de duas autoras referenciais em suas áreas de produção: Susan Sontag, escritora, crítica e ensaísta estadunidense, uma das pensadoras mais influentes do século XX, e Cristina Peri Rossi, premiada escritora e poeta uruguaia, uma das mais proeminentes escritoras de língua espanhola.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cstrong\u003eSusan Sontag - A entrevista completa para a revista Rolling Stone\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/susan-sontag\/\"\u003eSusan Sontag\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eTradução: Paula Carvalho\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm \u003cem\u003eA entrevista completa para a revista Rolling Stone,\u003c\/em\u003e temos acesso ao pensamento de Susan Sontag a partir de uma conversa de doze horas em que ela oferece análises afiadas sobre os temas mais relevantes da sua produção:\u003cspan\u003e filosofia, política, fotografia, literatura, feminismo, e apresenta ainda perspectivas inéditas sobre a sua vida pessoal: trabalho, família, relacionamentos e leituras.\u003cbr\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA Insubmissa\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/cristina-peri-rossi\"\u003eCristina Peri Rossi\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003eTradução e posfácio: Anita Rivera Guerra\u003cbr\u003e\u003cem\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/em\u003ePublicado pela primeira no Brasil, é o romance de formação autobiográfico de Cristina Peri Rossi. \u003cspan\u003eNele, acompanhamos sua infância e juventude, contadas a partir da estranheza e da perplexidade diante de um mundo sempre em conflito com os seus desejos: usar calças, não comer animais, ter uma biblioteca, escrever, amar outras meninas.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\"Ler é meu passatempo, minha distração, meu consolo, meu pequeno suicídio. Se não consigo lidar com o mundo, pego um livro, e então é como estar em uma espaçonave que me leva para outro lugar.\"\u003c\/strong\u003e Susan Sontag\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e“Eu lia com o deleite indiscriminado de uma viciada e de uma convertida. Minha religião era a literatura.”\u003c\/strong\u003e Cristina Peri Rossi\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755168084299,"sku":"9786585984867","price":109.9,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/Insubmissas.jpg?v=1773066175"},{"product_id":"combo-alexandra-lucas-coelho","title":"Combo Alexandra Lucas Coelho","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e \u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/alexandra-lucas-coelho\"\u003eAlexandra Lucas Coelho\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003ePara descobrir a obra da premiada escritora portuguesa Alexandra Lucas Coelho, uma das mais instigantes vozes da literatura contemporânea portuguesa, em três livros de grande invenção formal e temas pulsantes. \u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cspan\u003eNo romance \u003cstrong\u003eDeus-dará \u003c\/strong\u003edescobrimos uma cidade que pulsa entre a euforia e o caos: o Rio de Janeiro contemporâneo, apocalíptico. Sete personagens transitam em um \u003c\/span\u003e\u003ci\u003erewind cósmico \u003c\/i\u003e\u003cspan\u003eolhando no presente 500 anos de história entre Brasil e Portugal. \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003eNos preparativos para as Olimpíadas, em meio a um conturbado momento político, sete personagens atravessam a geografia do Rio de Janeiro, em sete dias ao longo de três anos, se movimentando entre os desejos, os desafios, as frustrações e os sonhos do cotidiano intenso da metrópole tropical. Uma rede de histórias pessoais – humana, vibrante, sensual – se articula formando um retrato histórico e social do país. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eNeste livro, \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003eAlexandra Lucas Coelho costura em um denso tecido literário seu apurado trabalho de ficcionista e sua vasta experiência de jornalista e crítica cultural. Assim temos um romance singular, transatlântico, transformador. \u003cbr\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003e\u003cstrong\u003eCinco voltas na Bahia e um beijo para Caetano Veloso\u003c\/strong\u003e nasceu \u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003c\/span\u003ede uma provocação dele,  Caetano Veloso. Ao elogiar, em ocasião do lançamento da edição brasileira do romance\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cem\u003eDeus-dará\u003c\/em\u003e, em 2019, os livros da autora, o compositor baiano declarou: “mas falta Bahia”. Alexandra concordou e resolveu mergulhar nas suas experiências em terras baianas para escrever esta combinação de ensaio, reportagem e crônica, tendo em foco a história, a cultura popular, a religiosidade, os personagens e as heranças da colonização portuguesa, que fazem da Bahia um recanto singular. Tudo costurado com olhar atento e crítico, uma marca da autora, e com música, naturalmente. Afinal, mais que uma inspiração, Caetano Veloso é também personagem desse périplo engajado e amoroso pela Bahia de todos os santos, todas as cores, todos os sons e tempos.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eO meu amante de domingo \u003c\/strong\u003eé um romance eletrizante, em que uma mulher de cinquenta anos planeja a vingança contra um ex-amante a quem chama de caubói. Às voltas com a revisão da edição portuguesa da biografia de Nelson Rodrigues, com aventuras sexuais dominicais e a escrita de um livro autoral, nossa protagonista desencadeia um romance em ritmo intenso em meio a um excitante jogo literário. \u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003cspan\u003e“Tudo começaria com uma narradora que decide escrever depois de se apaixonar por um impostor. Eu não revelaria o que pusera fim abrupto à relação. Importante era a fúria, a luta armada, a pulsão de vida contra os filhos da puta. O livro seria uma espécie de antropofagia, ela comendo o inimigo para ficar mais forte, como uma tupi portuguesa no Verão de 2014.”\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e\u003cspan\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eGaza está em toda parte \u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003eEm 7 de outubro de 2023, ao saber do ataque do Hamas ao Sul de Israel, Alexandra Lucas Coelho comprou uma passagem para a região do Oriente Médio, que acompanha de perto há mais de 20 anos. Os voos estavam sendo cancelados e a sua viagem acabou em uma escala. Mas começava ali uma série de textos que produziria, primeiramente à distância e, depois, em Israel e Palestina, quando foi possível viajar. Gaza está em toda parte é, assim, a crônica de uma aniquilação em tempo real e da derrocada humana que a acompanha. A autora portuguesa volta à Cisjordânia, Jerusalém Oriental e Israel, resgata o relato da sua última ida a Gaza (onde desde 7 de outubro os repórteres internacionais não puderam mais entrar) e une aos textos um conjunto de suas fotografias que documentam a vida de um povo que vem sendo exterminado diante da apatia global.\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755186008395,"sku":"9786585984911","price":265.3,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/Alexandra_31ca0e09-9726-4ef2-8b2f-e24186e6d5ba.jpg?v=1773332546"},{"product_id":"combo-mulheres-historicas","title":"Combo Mulheres na História","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAprenda com as mulheres que viram e marcaram momentos decisivos da História.\u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA revolta da senhora Montjean\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/arlette-farge\"\u003eArlette Farge\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eTradução: Maria Alice Doria\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePresa a uma rotina de trabalho no ateliê parisiense do marido alfaiate e aos cuidados dos filhos, após uma estadia de pouco mais de um mês na casa do pai, onde testemunha e experimenta os prazeres e luxos da alta burguesia emergente,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003ea senhora Montjean se revolta\u003c\/span\u003e: não quer mais trabalhar nem cuidar da prole e se lança numa vida vertiginosa. Com muito ruge nas bochechas, passa os dias entre passeios pelos parques e bulevares de Paris, almoços e jantares regados a muita bebida e jogos sexualizados com novos amigos – para desespero do marido, que vê a reputação da família se arruinar, assim como o seu patrimônio. É por meio do diário de um marido perplexo que acompanhamos em detalhes a reviravolta dessa mulher tomada por um irrefreável desejo de emancipação e de ascensão social, seduzida pela vida libertina da aristocracia da época.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eNas mãos de Arlette Farge, uma das historiadoras de maior prestígio da atualidade, a saga do casal se transforma em um caleidoscópio através do qual vemos de perto a sociedade urbana francesa de fins do século XVIII, suas relações e mentalidades, que são o prelúdio da Revolução Francesa.\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eIndependência do Brasil - As mulheres que estavam lá\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/heloisa-m-starling\"\u003eHeloisa M. Starling\u003c\/a\u003e\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003ee\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/antonia-pellegrino\"\u003eAntonia Pellegrino\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eTextos de Antonia Pellegrino, Cidinha da Silva, Heloisa M. Starling, Marcela Telles, Patrícia Valim, Socorro Acioli, Virginia Siqueira Starling.\u003cbr\u003ePosfácio: ministra Cármen Lúcia\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eO período marcado pelas lutas de Independência do Brasil, entre o fim do século XVIII e as primeiras décadas do XIX, legaram alguns dos episódios mais marcantes de nossa história, desde a Conjuração mineira, movimento ocorrido em 1789, até as revoluções que incendiaram o Nordeste do país a partir de 1817. As narrativas desses momentos heroicos, no entanto, não costumam destacar a atuação das mulheres que, mesmo diante de interdição para participar da vida política, ocuparam a cena pública e tomaram corajosamente parte nesses combates por meio de diferentes estratégias. Seja escrevendo panfletos anticoloniais, conspirando nos bastidores do poder, ou mesmo liderando revoltas e lutando no front, as mulheres desempenharam papéis chave nesse momento decisivo. Sete delas são recuperadas neste livro: Hipólita Jacinta Teixeira de Melo, Bárbara de Alencar, Urânia Vanério, Maria Felipa de Oliveira, Maria Quitéria de Jesus, Maria Leopoldina da Áustria e Ana Lins. Escritos pelas historiadoras e escritoras Antonia Pellegrino, Cidinha da Silva, Heloisa Starling, Marcela Telles, Patrícia Valim, Socorro Acioli e Virgínia Siqueira Starling, os textos da edição trazem de volta essas heroínas para participar, com justiça, das celebrações dos duzentos anos da Independência do país.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56755200524619,"sku":"9786585984928","price":112.7,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/Classicos_2d6e1d9d-9c44-4855-8f8e-109700420433.jpg?v=1773431395"},{"product_id":"antropocenos","title":"Antropocenos","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDuas perspectivas fundamentais e complementares que colocam em cheque a universalidade do antropoceno e nos convocam a repensar a emergência climática a partir das heranças de expropriação e de violências coloniais e raciais. \u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOnde aterrar?\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/bruno-latour\"\u003eBruno Latour\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eTradução: Marcela Vieira\u003cbr\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDiante do cenário atual, em que enfrentamos os trágicos efeitos de uma crise sanitária global, a proposta do antropólogo e filósofo Bruno Latour de partir da perspectiva ecológica para compreender as transformações de nossa época parece incontornável. Neste que é o seu mais recente livro, traduzido em mais de dezoito línguas, Latour apresenta uma contundente análise do contexto geopolítico contemporâneo partindo da conexão entre fenômenos raramente relacionados: o afrouxamento das regulamentações governamentais, a explosão das desigualdades sociais, o colapso ecológico, o negacionismo climático e a ascensão do populismo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eFrente a esse quadro, em que eventos como a eleição de Donald Trump e o Brexit se apresentam como evidentes sintomas, Latour acredita que não é possível compreender as posições políticas dos últimos cinquenta anos sem colocar no centro das análises a questão do clima e a sua degeneração. Para ele, já faz tempo que as classes dirigentes (as elites) chegaram a conclusão que não há mais lugar na terra para elas e para o resto dos seus habitantes e por isso não fazem mais esforços para fingir que a que a história continuaria nos conduzindo a um horizonte comum, em que “todos os homens” poderiam prosperar igualmente.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEste ambiente da ausência de um mundo comum explica, portanto, a explosão das desigualdades, o aumento da desregulamentação por parte dos governos e, sobretudo, o desejo desesperado de regressar às velhas proteções do Estado nacional (o que reconhecemos como populismo).\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara combater essa perda de orientação é preciso \u003cstrong\u003eaterrar\u003c\/strong\u003e em algum lugar, tomar uma posição a partir de um ponto. \"Daí a importância de saber como se orientar, e para isso traçar uma espécie de mapa das posições ditadas por essa nova paisagem na qual são redefinidos não apenas os afetos da vida pública, mas também as suas bases\", aponta Latour.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eComo um dos mais atuantes pensadores da atualidade, Bruno Latour propõe neste livro um pensamento vivo, motor de reflexões, ações e mudanças.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA edição conta ainda com\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003eum artigo de Latour escrito em meio à pandemia,\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003etraduzido por Déborah Danowski e Eduardo Viveiros de Castro, e um posfácio da filósofa\u003cspan\u003e \u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003eAlyne Costa\u003c\/strong\u003e, que apresenta a trajetória intelectual e as principais contribuições de Bruno Latour para o debate contemporâneo.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUm bilhão de antropocenos negros ou nenhum\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/kathryn-yusoff\"\u003eKathryn Yusoff\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eTradução: Rita Paschoalin\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eNeste livro, a geógrafa Kathryn Yusoff propõe uma nova interpretação do Antropoceno a partir de suas camadas mais profundas, em que a terra e os corpos foram estruturados pelo colonialismo e pela desapropriação racializada. Nessa abordagem inédita, a geologia deixa de ser apenas uma ciência da Terra para se revelar como tecnologia de poder, regime de valor e gramática racial. Contra o universalismo aparentemente neutro da figura do “humano” presente nas discussões sobre crise climática, Yusoff propõe outra chave de leitura: o inumano como categoria forjada para tornar corpos negros e indígenas propriedade extrativa - o que ainda segue em curso.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eDo ouro ao corpo negro, das minas à plantation, a autora desenha uma história subterrânea da modernidade e mostra como o discurso geológico sustenta até hoje as estruturas do mundo que habitamos.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eMas também é nos interstícios dessa violência que ela encontra a geopoética insurgente de artistas, poetas e pensadoras negras que desafiam a gravidade da história para escrever outras relações com a terra e o tempo. Um pensamento radicalmente novo sobre os mundos que já estão acabando e os muitos outros que insistem em nascer.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56781669433675,"sku":"9786561840033","price":114.8,"currency_code":"BRL","in_stock":false}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/Antropocenos_4cac43c8-7e8e-4073-9c1e-2a4c3a157890.jpg?v=1773335638"},{"product_id":"temas-feministas-atuais","title":"Temas feministas atuais","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eDuas obras que ampliam os debates feministas para além das conquistas históricas formais, abordando tanto as estruturas que perpetuam a pobreza e a sobrecarga das mulheres quanto as pressões normativas que cercam seus corpos e prazeres na atualidade.\u003c\/strong\u003e\u003cstrong\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA economia feminista\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/helene-perivier\"\u003eHélène Périvier\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eTradução: Maria Alice Dória e Milena P. Duchiade\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003eA ciência econômica tem sido pensada por homens para servir a uma sociedade dirigida por homens. Ela é, também, a ciência social com menor presença de mulheres. \u003c\/span\u003eNo entanto, ao longo da história, muitas delas fizeram importantes contribuições para a construção da área, vencendo um permanente processo de desqualificação, como revela Hélène Périvier, que apresenta nesta obra um inédito panorama da presença das mulheres no campo do pensamento econômico. Desde as pioneiras Jane Marcet (1769-1858) e Harriet Martineau (1802-1876), também Flora Tristan (1803-1844), Harriet Taylor (1807-1858), Millicent Fawcett (1847-1929), Julie-Victoire Daubié (1824-1874) e Clémence Royer (1830-1902), chegando ao século XX com Margaret Reid (1896-1991) e Joan Robinson (1903-1983), e ainda Elinor Ostrom (1933-2012) e Esther Duflo (1972-), vencedoras, respectivamente, do prêmio Nobel em Economia em 2009 e 2019. Nesta abordagem, não ficam de fora os pensadores da economia que tiveram posições a favor das mulheres, como John Stuart Mill e John Maynard Keynes, este último parceiro de Virginia Woolf no grupo Bloomsbury.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eEm uma análise amparada por exemplos e dados, a autora refuta a aparente neutralidade dos conceitos da economia, evidenciando como seus princípios têm sido o motor de uma organização social baseada no modelo patriarcal. Neste cenário, a economia feminista se impõe renovando os temas e as abordagens da disciplina, e encampando saberes e ferramentas para pensar as desigualdades socioeconômicas e as discriminações que sofrem não apenas as mulheres, como também outras categorias marginalizadas como a comunidade LGBTQIA+ e as pessoas que sofrem preconceito racial. Fazer da disciplina econômica um campo mais feminista é, portanto, construir também um mundo mais igualitário.\u003cbr\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAmanhã o sexo será bom novamente\u003cbr\u003e\u003cmeta charset=\"utf-8\"\u003e\u003c\/strong\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/katherine-angel\"\u003eKatherine Angel\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003eTradução: Rita Paschoalin\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA grande pertinência deste livro confirma a sua própria tese: o campo da sexualidade não escapa do jogo de poder, desequilibrado e desigual, que rege as relações entre homens e mulheres. Nos últimos tempos, novas exigências pesam sobre o comportamento sexual feminino – desde sempre policiado e controlado. Em nome do empoderamento e da premissa do consentimento, é esperado que as mulheres manifestem com clareza os seus desejos. No entanto, nem sempre eles são imediatamente reconhecíveis. Enquanto isso, os homens continuam insistindo que sabem o que as mulheres – e os seus corpos – querem e a violência sexual explode em toda parte. O autoconhecimento deve ser uma condição para estarmos a salvo da violência?\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003ePara debater esse e outros  temas urgentes, Katherine Angel apresenta uma análise audaciosa e original, problematizando os diversos discursos, por vezes bem-intencionados, que se multiplicam na era #MeToo. Para isso, conjuga ciência e cultura popular; pornografia e literatura; debates sobre consentimento e feminismo, desafiando nossas suposições sobre o desejo das mulheres. No momento crucial em que vivemos, a autora propõe revermos nossas ideias sobre sexo, prazer e autonomia sem ilusões sobre a possibilidade de um completo autoconhecimento. Somente assim, ela acredita, cumpriremos a provocativa promessa de Michel Foucault de que “amanhã o sexo será bom novamente”.\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56781687161163,"sku":"9786561840071","price":103.6,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/fematuais.jpg?v=1773335983"},{"product_id":"historia-da-arte-dos-mundos-negros","title":"Por uma história da arte anti-colonial","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eNovas perspectivas para pensarmos uma \u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003earte pós-colonial aprofundada e abrangente, por Anne Lafont.\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003eA arte dos mundos negros\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/anne-lafont\"\u003eAnne Lafont\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003eTradução: Leo Gonçalves, Rita Paschoalin e Vivian Barga dos Santos\u003c\/span\u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003eOs textos reunidos neste livro atestam o compromisso da francesa Anne Lafont com as novas perspectivas da história da arte. Baseando-se em uma intensa atuação entre pesquisas, curadoria e crítica, a autora traça um panorama sobre as imagens e a cultura material do chamado Atlântico Negro, possibilitando novas aberturas para repensarmos o que é a arte africana, bem como seus usos e sentidos no contexto da colonização.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eReferência tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, Anne Lafont investiga como diversas produções artísticas são atravessadas pelas questões raciais e coloniais, aspectos até então pouco considerados no âmbito da historiografia. Com uma abordagem arejada e original, ela analisa o papel de resistência da arte feita por africanas e africanos no período da escravização, as marcações raciais presentes em obras cruciais da história da arte, e debate ainda as leituras mais clássicas da história e das ciências sociais sobre a produção artística dos mundos negros.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eUma africana no Louvre\u003cbr\u003e\u003ca href=\"http:\/\/bazardotempo.com.br\/pages\/anne-lafont\"\u003eAnne Lafont\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eTradução: Ligia Fonseca Ferreira\u003cstrong\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003eNo quadro pintado em 1800 por Marie-Guillemine Benoist, então uma artista parisiense de 38 anos, uma jovem negra exibe uma pose ao mesmo tempo altiva e serena. A maneira como a bela africana é representada procede de uma construção revolucionária, tanto do ponto de vista artístico quanto do histórico. A obra mudaria de nome algumas vezes, acompanhando mudanças de perspectiva da própria história da arte, até que Madeleine, a modelo, aparece como protagonista de uma historiografia renovada pelas questões da África diaspórica na época do tráfico atlântico. É essa a história que Anne Lafont quer contar.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\"Exposta no Louvre em 1800, a obra foi objeto de inúmeros comentários publicados em libelos e jornais da época. Logo, ainda seria possível acrescentar mais uma pedra ao seu edifício interpretativo, uma pedra colonial. É o que me proponho a fazer neste livro”, afirma a autora, que reuniu uma série de obras internacionais e brasileiras, de diferentes períodos, para debater o tema.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLivro impresso em cores. \u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003e\u003cspan class=\"a-text-bold\"\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/span\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56781711409483,"sku":"9786561840040","price":100.1,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/artemundonegro.jpg?v=1773336280"},{"product_id":"feminismos-na-america-latina","title":"Feminismos na América Latina ","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAs experiências feministas na América Latina e um recorte histórico das lutas pelos direitos das mulheres no Brasil, por autoras referenciais.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eHistória dos feminismos na América Latina\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/dora-barrancos\"\u003eDora Barrancos\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\nTradução: Michelle Strzoda\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eApoiada em vasta pesquisa e experiência ativista, a historiadora argentina \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/dora-barrancos\"\u003eDora Barrancos\u003c\/a\u003e apresenta um panorama inédito das correntes de pensamento e de ação política que deram origem e forma aos movimentos feministas da América Latina. Estabelecendo como marcos temporais os séculos XX e XXI, a autora elabora uma cartografia dos movimentos feministas da região, destacando ações históricas e pioneiras de mulheres como Gregoria Apaza e Bartolina Sisa, guerrilheiras indígenas que lutaram contra o colonialismo espanhol na Bolívia; Serafina Dávalos, a primeira advogada formada no Paraguai; Berta Cáceres, líder indígena hondurenha; Amalia Mallén de Ostolaza, sufragista e ativista cubana; Paulina Luisi, ativista e primeira mulher a se formar em medicina no Uruguai, e a brasileira Helena Greco, parlamentar ativista na luta contra a ditadura militar no país.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAo percorrer os países latino-americanos em sua geografia e tempo histórico, Dora Barrancos revela como esta atuação feminista aparentemente dispersa inspirou e garantiu um importante legado para as reivindicações feministas contemporâneas no território, focadas, sobretudo, nas pautas que dizem respeito à violência e à autonomia sobre o próprio corpo, uma força política que se alastra pela região e irmana cada vez mais as mulheres e suas lutas.\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eFeminismo no Brasil – Memórias de quem fez acontecer\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/branca-moreira-alves\"\u003eBranca Moreira Alves\u003c\/a\u003e e \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/jacqueline-pitanguy\"\u003eJacqueline Pitanguy\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/branca-moreira-alves\"\u003eBranca Moreira Alves\u003c\/a\u003e e \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/jacqueline-pitanguy\"\u003eJacqueline Pitanguy\u003c\/a\u003e, personagens fundamentais do feminismo brasileiro, recuperam a história dos movimentos e articulações feministas no país, a partir das memórias de mulheres que estavam à frente dessas lutas entre os anos 1970 e 1990, período determinante para o avanço dos direitos das mulheres no Brasil.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eDos séculos de dominação patriarcal aos bastidores das articulações políticas nacionais, as autoras narram uma história de luta fundamental e até hoje não contada, revelando o pioneirismo das mulheres, ainda pouco reconhecido entre nós e que abriu caminhos para as lutas contemporâneas.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eA edição conta com um caderno de imagens de época e com uma série de depoimentos e biografias de mulheres que fizeram parte dessa história, como Benedita da Silva, Betânia Ávila, Comba Marques Porto, Sueli Carneiro, Schuma Schumaher, Rosiska Darcy de Oliveira, entre outras.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56781739786571,"sku":"9786561840064","price":123.9,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/feminlatino.jpg?v=1773336502"},{"product_id":"combo-eduardo-jardim","title":"Combo Eduardo Jardim","description":"\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eOs ensaios sociais e culturais do premiado escritor e filósofo \u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/eduardo-jardim\"\u003eEduardo Jardim\u003c\/a\u003e.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eTudo em volta está deserto\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/eduardo-jardim\"\u003eEduardo Jardim\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/eduardo-jardim\"\u003eEduardo Jardim\u003c\/a\u003e (Prêmio Jabuti 2016 Livro do Ano de Não Ficção) apresenta um ensaio que aborda três momentos da produção literária e musical no Brasil, percorrendo o fim dos anos 1960, os anos 1970 e o início da década seguinte: o romance \u003cem\u003eQuarup\u003c\/em\u003e, de Antonio Callado, o espetáculo \u003cem\u003eGal a todo vapor\u003c\/em\u003e, e os escritos de Ana Cristina Cesar, até 1983. Uma interrogação é feita ao longo de todo o livro: qual significado a literatura e a música, em particular um espetáculo musical, tiveram para um grupo de jovens que atravessava aqueles momentos cruciais da história brasileira?\u003c\/p\u003e\n\n\u003chr\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA doença e o tempo\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/pages\/eduardo-jardim\"\u003eEduardo Jardim\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003eEsta obra apresenta um ensaio que abarca o tema da aids através do tempo e as reverberações culturais, sociais e políticas que dela decorreram.\u003c\/p\u003e\n\n\u003cp\u003ePartindo do pressuposto de que toda experiência, para ter seu acabamento, precisa ser narrada, o autor investiga a viagem do vírus HIV desde seu surgimento, na África, há quase cem anos, até sua chegada ao Brasil, acompanhando suas repercussões em todo o mundo a partir do momento em que a aids virou uma epidemia planetária e alterou de forma incontornável as relações e os comportamentos sociais.\u003c\/p\u003e\n","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56781757219147,"sku":"9786561840057","price":96.6,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/eduardojardim.jpg?v=1773336707"},{"product_id":"combo-bazar-do-tempo-10-anos","title":"Combo Bazar do Tempo 10 anos","description":"\u003cp\u003eNeste ano de celebração dos dez anos da Bazar do Tempo e dos cinco anos de Clube F., este combo exclusivo reúne tudo o que você precisa: a agenda para planejar suas lutas, o caderno para registrar suas reflexões e a ecobag para carregar seus pertences com a mensagem de que cuidado e criação andam juntos.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eAgenda Feminista 2026\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCriado pela \u003cstrong\u003eBazar do Tempo\u003c\/strong\u003e em março de 2021, o Clube F. nasceu do desejo de ampliar o repertório de vozes femininas, de traduzir e difundir o pensamento de mulheres do mundo inteiro, e com isso construir uma \u003cstrong\u003ebiblioteca feminista viva\u003c\/strong\u003e. Desde então, já são mais de \u003cstrong\u003ecinquenta títulos publicados\u003c\/strong\u003e, espaço para autoras brasileiras e estrangeiras, obras inéditas e também textos essenciais que abriram caminhos e aprofundaram debates.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eAlém de frases inspiradoras e imagens de autoras referenciais, a agenda ainda apresenta as datas comemorativas mais relevantes para o feminismo, assim como aniversários de mulheres emblemáticas da história.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eCada mês é regido por uma poderosa palavra com o F do Feminismo: força, futuro, fúria, fala, festa, fome, florescimento...\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eVivemos num tempo em que o \u003cstrong\u003e\u003cem\u003ebacklash\u003c\/em\u003e\u003c\/strong\u003e — a reação aos avanços das mulheres — está cada vez mais evidente e encontra lugar em diversos espaços da sociedade. Direitos outrora conquistados seguem constantemente ameaçados. O discurso misógino se reorganiza e ganha força e é por isso que \u003cstrong\u003eprecisamos nos fortalecer, nos munir de conhecimento, informação e pensamento crítico, pois somente assim poderemos lutar pela liberdade e pela vida de todas.\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eGaranta a melhor companhia para o ano feminista de 2026. Junte-se a nós!\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eBolsa \"Proteja suas amigas\"\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eA \u003cstrong\u003ebolsa exclusiva\u003c\/strong\u003e traduz o cuidado em palavras: \"proteja as suas amigas\". Ideal para o dia a dia, é uma forma de valorizar os laços que nos sustentam.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eMaterial: 100% algodão.\u003c\/p\u003e\n\u003chr\u003e\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eCaderno de bolso com a frase \"Saiam do meu caminho, que eu vou escrever.\", de Alexandra Lucas Coelho\u003cbr\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003cspan\u003eInspirado na força criativa de quem precisa registrar o mundo à sua maneira. \u003c\/span\u003e\u003cspan\u003eEste \u003cstrong\u003ecaderno de bolso, cuja capa homenageia a obra \u003cem\u003eMeu amante de domingo\u003c\/em\u003e, de Alexandra Lucas Coelho,\u003c\/strong\u003e é o lugar para registrar ideias, sentimentos e planos sem pedir licença. Leve sempre com você e abra caminhos com a sua própria voz.\u003c\/span\u003e\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eDimensão: 15x10 cm\u003c\/p\u003e","brand":"Bazar do Tempo","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":56795689255243,"sku":"kit10anos","price":55.93,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0891\/4675\/3355\/files\/kit10anos.jpg?v=1773498545"}],"url":"https:\/\/www.bazardotempo.com.br\/collections\/festa-do-livro-da-usp.oembed?page=2","provider":"Bazar do Tempo","version":"1.0","type":"link"}